segunda-feira, 8 de maio de 2017

The Pick and Roll Propaganda

I’m going out on a limb here and saying, “Somebody came in and changed the basketball rules while we weren’t looking and its integrity was stolen.” Let’s label it: The Pick and Roll Propaganda and consequential interpretation of the rules of the game results in players no longer learning the full game of basketball
From where I sit I see the modern day basketball player, by and large, becoming a victim of over-specialization. Robotically programmed if you will. How many players are learning the whole game? How many can learn it? How many players do you know, that really know the intricacies that come with mastering the entire game, inside out? Role players are one thing, fine, stars and specialists too, fine. Robotics is another thing, while players that are “specialized” in the total game are very few and very far between. And here I ask, what about “glue” players, guys who make key plays and produce in other ways? The ones who don’t have the big numbers that the specialists get? Who’s more important and which has more value?

Integrity of the game

Was and is basketball still a team game? The Pick and Roll Propaganda which encourages seven-foot men to brutally and in motion, block, damage, and destroy smaller players speaks directly to the integrity of the game itself my friends, and it’s screaming that there is absolutely no dignity in it. Ever since its invention, basketball has been a “fair rules” game.  There was dignity in decisions, designed as a game of equal balance of offensive and defensive concepts, a game that allowed for proportionate defensive and offensive solutions. The integrity of the game was based on it and  IMO, until recently, was preserved. Yet, permitting the use of moving blocks (screens) introduces a condition of inequality that demolishes its balance as a game. Moving blocks, on and off the ball, in worldwide basketball were until recently, prohibited, controlled and strictly sanctioned just as they were in the NBA. It’s different now, very different.

Moving blocks are destroying basketball

One of basketball’s  most important defensive teachings and rules has been that players had to, “go over the top” when confronted with guarding the player with the ball in the presence of a block/screen. Moving blocks make this obligation impossible. Because they create an unfair, un-defendable situation that forces a defensive team to react in an obligatory way. In essence what they have also created is a situation where referees have no discernible rules to guide them, relying on individual opinions in judging the physical contact between three players. Worrisome. Nowadays Euro teams have become totally dependent on these “moving blocks”. Using continuous Pick and Roll’s  you can let a large player block like an NFL lineman.  As a result, the game has become a rougher version of Handball– hard to understand and defined by friends as karate with a ball. Is this what the rectors of our game want? I hope not. Did someone use the word “Evolution” of the game? I may smell and even stink naïve, but my understanding of evolution implies improvement. Moving blocks are the exact opposite. They destroy. Period.Typical pick and roll

Follow the bouncing ball defensive deployment

So what’s the logic? That both teams have the same weapon is not an argument. Moving Blocks create a situation that OBLIGES the defensive team to play the game in a specific way.  Technically speaking, moving blocks create half-court, five against four situations. The defense is forced into a type of collapsing, match-up zone, to protect against penetration, the danger of the rolling, running interference or popping pivot and the stretched spaces and passing lanes created. Simply put, the defense must now scramble to protect the basket. Therefore, all defensive player must now be in constant “help” position, allowing a situation where the ball can be freely circulated. Consequently,  even the simplest, traditional, tried and true, basic defensive concept of the “one pass away, off the ball” defensive player in “deny” defense position is impossible to achieve. Because moving blocks have created a “follow the bouncing ball” defensive deployment. Forget Bobby Knight or the defensive predisposition to, “dominate your adversary.” There are seven foot moving bodies mowing (smaller) players down! Forget “Help Side”. Players have to be primarily concerned with self-preservation and ball penetration, in that order.

Match-up zones, pick and roll, and other boring stuff

Traditionally, when a coach’s game plan against a superior team is to try and keep a game rhythm controlled and try to “keep it close,” the match-up zone is a viable defensive weapon that can achieve that goal. Moving blocks oblige the teams in Europe to play this defense in 80% of their half court protection. Boring. For the offense, on the ball moving blocks provide penetration to the basket. The helping and adjusting by the adversary forces kick out passes, which produces a higher number of long distance shots being taken, which increases the number of long (erratic) offensive rebounds grabbed or swatted outside, which creates more offensive possessions (not necessarily higher scores). For the defense, moving blocks create disadvantaged five on four situations, a continuous help and recover race, an impossible box out situation, and a helter-skelter free for all after every outside shot. In conclusion, moving blocks to be considered not a part of fair play rules and are not what the inventors had in mind. The result, besides being dangerous, they destroy the integrity and the dignity of the game.Pick and roll by Tim Duncan and Tony Parker
So many roads, so much at stake 
So many dead ends and I’m at the edge of the lake
Sometimes I wonder what its gonna take
To find dignity.”
Bob Dylan

domingo, 16 de abril de 2017

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O Zé Alberto é benfiquista desde pequenino...

Andava a arrumar papelada e encontrei este artigo que escrevi faz algum tempo. Como estou a recuperar Mestres, junto um MESTRE Jogador : Zé Alberto.

"Falar do Zé Alberto é falar do meu ídolo. Ainda era miúdo quando o meu pai me falou dos grandes jogadores do basquetebol do Benfica: o Bernardo Leite e o Zé Alberto.
Proveniente do modesto Tabacos (mais tarde chamado Sª Engrácia) o Zé Alberto cedo se destacou na modalidade e naturalmente ingressou num grande. Não tive oportunidade de o ver jogar no Parque Mayer , mas recordo as histórias do velho Garranha (meu companheiro no CIF)que falava com orgulho dos  míticos  Benfica –Sporting  e dos seus duelos com o capitão encarnado.
Nos anos 60 fui dos muitos jovens que seguia a super equipa do Benfica no velhinho Pavilhão dos Desportos onde o Zé, com as suas joelheiras à Bob Cousy, somava triunfos e dominava o panorama do basquetebol (6 campeonatos nacionais nessa década).
Mais tarde já no pavilhão da Ajuda tive oportunidade de  o defrontar e a minha admiração  e respeito aumentou. Com o regresso à Metrópole e ao Benfica do Prof. Teotónio Lima, tive finalmente a oportunidade de jogar com ele e logo entendi porque razão era o melhor jogador da sua geração: era o primeiro a chegar ao treino e o último a sair.
A época 72/73 fica marcada positivamente não só pelas conquistas (Campeonato Lisboa Divisão de Honra, Campeonato “Metropolitano” e Taça Portugal), mas também pelo facto de sob o comando do Zé Alberto termos sido a primeira equipa portuguesa a passar a barreira da primeira eliminatória numa prova europeia (na Taça das Taças vencemos o Sutton de Inglaterra). Fomos depois eliminados pelos Belgas do Racing Ford a quem conseguimos ganhar, em Lisboa, por 86-83 depois de termos estado a perder ao intervalo por 22-48 num pavilhão completamente esgotado e com o publico de pé a aplaudir de forma entusiástica a brilhante exibição do Benfica. Passados todos estes anos entendo ainda melhor o papel do grande capitão. Resolveu, antes deste jogo, um problema interno que parecia não ter solução. Sem a participação activa do Zé, o Vítor Pombo não teria jogado e o mais provável era termos perdido…
Recordo ainda com saudade o campeonato nacional em Angola: no derradeiro jogo com o Sporting Lourenço Marques, com mais de 6 mil espectadores, perdemos o jogo e o Zé, que tanto queria ganhar, acabou por ser expulso. O violento temporal que se abateu sobre Luanda obrigou a mudar de recinto de jogo. Passámos de jogar ao ar livre para o pavilhão e perdemos a oportunidade de ganhar tudo…
A única vez que fui titular no lugar do meu ídolo, aconteceu nesse campeonato frente ao F.C. Luanda para marcar o americano Clarck. Claro está que a equipa melhorou de produção e chegou a mais uma vitória com a entrada do titular indiscutível.
Recordo o Zé Alberto como um jogador completo que jogava bem em todos os lugares, um verdadeiro “all around player”. Dominava com poucos os fundamentos ofensivos com um trabalho de pés que deixaria hoje muito jogador envergonhado. Os primeiros minutos do treino eram livres e o Zé quase sempre na companhia do saudoso Joaquim Carlos aproveitava o tempo para aperfeiçoar os arranques, as saídas em drible, as fintas ou ainda tinha tempo para desfiar o 1x1 com os mais novos para testar os novos movimentos. Nos lançamentos ficávamos espantados porque em compita com o Simões e companhia, raramente falhavam sem oposição.
Nos jogos inventavam combinações ofensivas que só eles entendiam. Sinais que chamavam parcerias antigas em movimentos de 2x2 e 3x3, enquanto que eu e os mais novos jogávamos sem bola…
Como capitão, teve sempre uma palavra amiga para com os mais novos procurando transmitir a mística benfiquista que tinha na vitória o seu objectivo principal. Nunca conheci, ao longo de toda a minha carreira de jogador e treinador, alguém tão competitivo como o Zé. Perder não fazia parte do seu vocabulário…
Enquanto adversário, também eu pensava que “eles” tinham mau feitio, só mais tarde entendi que afinal o que tinham era espírito de grupo e amor ao Clube e ao basquetebol…
Já veteranos, o Zé de quando em vez telefonava-me para jogar na equipa. Lá ia eu todo entusiasmado na esperança de finalmente jogar a titular. Para surpresa minha, ou talvez não, o capitão logo me dizia “ como és treinador aproveita e orienta esta equipa”. E mais uma vez ficava a ver o Zé a comandar as manobras…
Das poucas coisas que me arrependo no basquetebol, foi não ter aceite mais cedo o convite do Benfica como jogador, para desfrutar ainda mais da companhia do Zé e dos companheiros.
Finalmente, o meu grande sonho foi sempre ser treinador do S.L.B. e pensava para os meus botões: se isso um dia acontecer a primeira grande contratação vai ser o Zé Alberto, porque é no Benfica que ele se sente bem, até porque é benfiquista desde pequenino…

NCAA 2017

https://youtu.be/Dxdabwp8VTY













sexta-feira, 31 de março de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

Derrotado é o que deixa de lutar pela vitória ...

Quando da minha passagem pelo Belém o Dr. Manuel Sérgio era espectador atento das minhas equipas de formação que a todos ganhavam . Nunca me vou esquecer de uma conversa entre ele e o Prof . Teotónio Lima a partir da qual ganhei o estatuto de TREINADOR.


domingo, 19 de março de 2017

O meu legado americano .

Sempre tive bons americanos , o meu amigo agente Richard Kaner nunca me enganou. Mantenho contacto regular com a maioria e sigo com atenção a carreira de treinador do meu legado americano


sábado, 18 de março de 2017

quinta-feira, 2 de março de 2017



Artigo publicado  em BOLANAREDE e Basket Science  ( facebook )

https://drive.google.com/open?id=0Bw4mvTpZSONCYmF5eS1POUxXMnM

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O meu Feedback ...

"Jogar sem treinador ...
Como prometi junto o  “Feedback” ao teu artigo : “O melhor treinador é o que já não é preciso”. 
Não tenho também dúvidas que os jogadores são mais felizes quando tem mais autonomia/responsabilidade no jogo .
   Na minha carreira de jogador tive a felicidade de ter  dois treinadores para quem o treino estava primeiro  . Os Profs  Mário Lemos e Teotónio  Lima treinavam “tudo” com intensidade e exigência, deixando o jogo para os jogadores que sentiam que o jogo era   o  mais fácil . Como davam liberdade aos jogadores e intervinham pouco nos jogos as más línguas dessa altura diziam que ambos adormeciam no banco. Na verdade jogávamos tranquilos porque sabíamos que tínhamos treinado tudo e que se fosse caso disso o treinador estava lá .


Com fama , e proveito , o mestre Teotónio Lima era um grande disciplinador . Para  ele a disciplina era reconhecer o que tinha de ser feito , fazê-lo da melhor forma possível e durante muito tempo . Com ele tínhamos vontade e éramos preparados  para ganhar , porque ganhar e perder não é o mesmo e é quase sempre fruto de uma boa liderança .
Ao reler o livro do Bobby  Knight, O poder extraordinário  do pensamento negativo , encontrei algumas ideias similares ás dos  meus antigos treinadores e a muito do que referes no artigo .
Ao longo da época treinei a equipa de forma a que individual  e colectivamente conseguissem resolver os problemas do jogo sem a minha intervenção “, disse Knight .
Sem entender o que se estava a passar muitas  foram as  vezes que o célebre comentador de TV Dick Vitale disse com a sua voz singular : “ Bobby  tens de pedir um desconto de tempo “.

Claro está que o coach Knight não o pedia para obrigar os jogadores a tomarem boas  decisões baseadas no que já tinham feito nos treinos . Se ele não visse melhorias rápidas aí sim interrompia o jogo .
A mesma atitude tomava quando o jogo se aproximava do final e estava equilibrado .
Já tínhamos treinado as situações , e todos sabem que se tivermos   tempo suficiente organizamos o ataque e fazemos o melhor lançamento, se tivermos  pouco tempo atravessamos rapidamente o campo e aproveitamos  a desorganização da defesa. Não   paro  o relógio para dar tempo ao adversário “, 
Para Bob Knight o tempo das grandes mudanças era no intervalo .
Os mestres nacionais anteriormente referidos tinham em comum a capacidade de liderança , e liderar é tirar os jogadores da zona de conforto ,  trabalhando para aperfeiçoamento individual  e colectivo.
Como também escreveu no livro Bobby Knight : “ Isto aqui não é o Burger King , aqui é mesmo á minha maneira “. A minha geração foi “ formatada “ por estes e outros líderes ( Jorge Araújo , Olímpio Coelho , Hermínio Barreto e outros)e podemos dizer que eles formaram líderes e não seguidores como bem propões no artigo .
Muitos treinadores continuam a acreditar na preparação divertida , não tenho ideia dos treinos com os meus mestres tenham algum dia sido divertidos, a nossa grande diversão vinha mesmo com os jogos e com as vitórias .  Bobby  Knight recorre também a um  dos seus ex-jogadores de West Point reforçando o que vivi como jogador   :” Não vim para aqui para me divertir, vim para aprender a jogar basquetebol, ganhar jogos e ser um soldado , foi o que fiz .

O treinador não faz falta ?







segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

All Star Game

Sempre que solicitado raramente  digo que não . Desta vez a pedido do    RIcardo Cardoso escrevi sobre o All Star  Game.

Claro está que o que continuo a gostar mesmo é de dar treinos e competir ...



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017