Em Espanha já disputam faz muitos anos o campeonato Nacional de Selecções de Minibasket. Detectam os talentos e dão o 1º passo para as selecções Nacionais em Collell , como muitos de nós já sabíamos.
Junto imagens que não deixam qualquer dúvida sobre o caminho a seguir...
terça-feira, 10 de abril de 2012
Mais um que "tem" mau feitio...mas trabalha.
A entrevista do Goran ao Record mostra o que em Lisboa todos sabemos : TRABALHO. Curiosa ,ou talvez não, a observação relativa à jovem Jovana que recentemente conquistou o título Nacional de selecções em representação da ABL e que agora vai jogar pela Servia porque não a convocaram para a selecção Nacional !!!
"A aposta na formação do Benfica, iniciada há cinco anos, com a chegada ao clube do treinador sérvio Goran Nogic, atingiu neste período pascal o seu ponto mais alto, com 17 jovens jogadores benfiquistas a integrarem as diversas seleções nacionais que cumpriram estágios de preparação, tendo em vista os respetivos campeonatos europeus.
Goran Nogic, um técnico que em Portugal passou pelo Estoril Praia, Imortal e Barreirense, antes de assumir o cargo de coordenador da formação do clube da Luz, explica o segredo deste êxito. “Trabalho de equipa. No primeiro ano implementámos uma organização da secção diferente do que existia no clube. Criámos um modelo de trabalho que, para além deste número de jogadores nas seleções, nos valeu quatro títulos nacionais e nove distritais”, disse o sérvio nascido em Belgrado, há 40 anos
quarta-feira, 21 de março de 2012
Pararam no tempo...
Quem os ouve falar são os mestres da Táctica e no entanto pararam no tempo...
Ao ouvir o treinador do F.C.Porto dizer que :
"O Benfica marca golos com bloqueios"
Ao ouvir o treinador do F.C.Porto dizer que :
"O Benfica marca golos com bloqueios"

Técnico do FC Porto perguntou a Artur Soares Dias se os bloqueios são permitidos no futebol e diz que o Benfica faz muitos golos de bola parada com faltas sobre os adversários.
"O Benfica é melhor? Para o seu treinador [Jorge Jesus], o Benfica é sempre melhor, em todos os jogos e circunstâncias. A verdade, para mim, é outra: tivemos oportunidades para fazer o 2-1 e o 3-1 e, em termos de jogo jogado, julgo que fomos superiores na primeira parte e também na segunda. Mas o Benfica resolve jogos, uns atrás dos outros, através de bolas paradas e muitas delas precedidas de bloqueios, que são feitos sistematicamente", criticou o técnico portista, antes de revelar uma conversa com o árbitro Artur Soares Dias.
"Tive o cuidado de perguntar ao árbitro se os bloqueios eram permitidos no futebol. Ele respondeu-me que são considerados obstrução. Vejam com atenção se todas as bolas paradas perigosas do Benfica não são frutos de bloqueio, e precedidas de falta. Não entendo como o senhor Soares Dias diz que são obstrução e depois tem esta postura. Um dos golos é obtido dessa forma", apontou o treinador dos dragões.
.... andei para trás no tempo e lembrei-me dos antigos internacionais do basquetebol que contavam aos mais novos que quando iam a Espanha jogar eram sistematicamente bloqueados e não conseguiam tocar na bola (isto nos anos 60). Passado tanto tempo tudo se repete (no futebol).
Razão tinha o Ericsson (Benfica) quando aparecia nos nossos Clinics e o próprio Jesus quando aprendia com o Babo em Queluz alguns dos segredos do nosso jogo.
Será pois tempo de aprenderem novamente com o basquetebol a saírem dos bloqueios com Trocas, tempos de ajuda, "Show and recoverd" etc etc etc
O tema tem sido seguido no Facebook e entre muitas respostas recebi uma de um antigo internacional (Artur Coelho) que reforça a minha tese...
Artur Coelho Mario eu k.m o diga quandon em 67 fuinjogar a Espanha a taça Latina com Real Madrid, Vilheuvarne (França) Ignis (Italia), não consg. ganhar um ressalto com aquelas bestas dos Americas era bater em chumbo, estes tecnicos de futebol misturam tudo. Um abraço amigo...
O tema tem sido seguido no Facebook e entre muitas respostas recebi uma de um antigo internacional (Artur Coelho) que reforça a minha tese...
Artur Coelho Mario eu k.m o diga quandon em 67 fuinjogar a Espanha a taça Latina com Real Madrid, Vilheuvarne (França) Ignis (Italia), não consg. ganhar um ressalto com aquelas bestas dos Americas era bater em chumbo, estes tecnicos de futebol misturam tudo. Um abraço amigo...
quinta-feira, 15 de março de 2012
Guia NCAA (Marsh Madness)
Para quem segue a NCAA ,um bom guia da competição ,em anexo.
Gui Am Arch Madness 2012
http://pt.scribd.com/doc/85466295/Gui-Am-Arch-Madness-2012
Gui Am Arch Madness 2012
http://pt.scribd.com/doc/85466295/Gui-Am-Arch-Madness-2012
Não querem ver...
Não tenho tido muito tempo para actualizar o blogue ,dado o trabalho realizado na ABL e no Algés. Contudo não posso deixar de comentar as conclusões da últimas reuniões Associativas ,que um pouco por todo o pais se vão fazendo com o objectivo de alterar os quadros competitivos dos atletas mais velhos. Participei na reunião de Lisboa e tenho recebido múltiplos documentos . Em todos eles uma vontade comum, mudar para melhor.
Era uma boa altura para repensar TUDO , mas temo que mais uma vez vamos ficar pelas alterações pontuais que nada resolvem.A realidade do Pais é o outra , e a crise ainda complica mais a situação.
O regresso ás competições Regionais de Seniores poderia ser uma boa solução nomeadamente para Associações como Lisboa. Quem ainda se lembra dos Regionais no Pavilhão da Ajuda , sempre a abarrotar de público ?
Um modelo semelhante ao que se disputa na Formação faz hoje sentido novamente.A fusão da CNB1 com a CNB2 não faz qualquer sentido.
Tenho defendido em local próprio (AG da FPB ) algumas das ideias que estão contidas na maioria dos documentos , a saber entre outros:
- Reformular o Projecto do Compal Air. O contributo deste projecto para o basquetebol federado tem sido questionado . Somos da opinião que este projecto não traz nada para o basquetebol federado. Nem as Associações nem os seus clubes filiados ganham. O retorno para o federado é praticamente nulo.
- Criar um escalão pré-competitivo de Sub 13;
-Aproveitar os Campeonatos Nacionais, as Taças Nacionais e a experiência do Torneio Inter-Associações para aplicar o Modelo da CNB2 a todos os escalões, com a criação de uma 1ª e 2ª Divisão Nacional (esta última de inscrição livre) e Campeonatos Regionais, tendo sempre em conta a organização espacial, as regiões e sub-regiões geográficas, a densidade populacional, a rede rodoviária, ….
Mas como disse não adianta enterrar a cabeça na areia a fingir que não se vê a crise do basquetebol. Era uma boa altura para pensar e reformular TUDO .
As últimas noticias do basquetebol não são muito animadoras :
"A Direcção do CAB-Madeira informa que a sua Equipa Sénior Feminina não irá tomar parte na jornada desta quarta-feira, na qual defrontaria a equipa açoriana do Boa Viagem.
Era uma boa altura para repensar TUDO , mas temo que mais uma vez vamos ficar pelas alterações pontuais que nada resolvem.A realidade do Pais é o outra , e a crise ainda complica mais a situação.
O regresso ás competições Regionais de Seniores poderia ser uma boa solução nomeadamente para Associações como Lisboa. Quem ainda se lembra dos Regionais no Pavilhão da Ajuda , sempre a abarrotar de público ?
Um modelo semelhante ao que se disputa na Formação faz hoje sentido novamente.A fusão da CNB1 com a CNB2 não faz qualquer sentido.
Tenho defendido em local próprio (AG da FPB ) algumas das ideias que estão contidas na maioria dos documentos , a saber entre outros:
- Reformular o Projecto do Compal Air. O contributo deste projecto para o basquetebol federado tem sido questionado . Somos da opinião que este projecto não traz nada para o basquetebol federado. Nem as Associações nem os seus clubes filiados ganham. O retorno para o federado é praticamente nulo.
- Criar um escalão pré-competitivo de Sub 13;
-Aproveitar os Campeonatos Nacionais, as Taças Nacionais e a experiência do Torneio Inter-Associações para aplicar o Modelo da CNB2 a todos os escalões, com a criação de uma 1ª e 2ª Divisão Nacional (esta última de inscrição livre) e Campeonatos Regionais, tendo sempre em conta a organização espacial, as regiões e sub-regiões geográficas, a densidade populacional, a rede rodoviária, ….
Mas como disse não adianta enterrar a cabeça na areia a fingir que não se vê a crise do basquetebol. Era uma boa altura para pensar e reformular TUDO .
As últimas noticias do basquetebol não são muito animadoras :
"A Direcção do CAB-Madeira informa que a sua Equipa Sénior Feminina não irá tomar parte na jornada desta quarta-feira, na qual defrontaria a equipa açoriana do Boa Viagem.
" O Terceira Basket vai despedir os três norte-americanos que faltaram ao jogo com o Barreirense, no sábado. Durrel Nevels, Nate Bowie, ambos de 25 anos, e Tony Murphy, de 31, não compareceram ao encontro da 17.ª jornada da Liga, que a equipa açoriana perdeu, por 54-89.Em declarações ao jornal “Diário Insular”, de Angra do Heroísmo, o presidente do Terceira Basket, Luís Fagundes, reconhece “que o clube não tem a solidez financeira desejada”.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O papel de Delegado eleito pelos treinadores...
Nas AG da FPB não deixo de tentar cumprir o mandato para que fui eleito democraticamente pelos colegas treinadores , levando algumas das nossas preocupações . Junto resumo do que lá disse:
"Mário Silva começou por informar que leu as 176 páginas do documento e expôs de seguida um
conjunto de comentários. Sobre os quadros considera que não têm um grande rigor, tendo referido
alguns erros nos mesmos. Positiva a lista das selecções mas que seria fácil de completar com
mais rigor. Sugeriu um quadro resumo das classificações das várias épocas, o que facilitaria as
comparações do desempenho. Considerou necessário estabelecer objectivos (entre o 17º e o 20º)
e defendeu a eliminação das referências elogiosas. Sobre o facto de em Lisboa haver cada vez
mais miúdos a praticar, acha que é um fenómeno bom para estudar. Salientou como o minibasket
ouve as críticas de uma forma construtiva e as utiliza para melhorar, e a necessidade de perceber
como treinam os miúdos do minibasket espanhol, que jogam melhor do que os portugueses da
mesma idade. Referiu a importância de no Compal Air separar federados de não federados em
todos os escalões, e considera que não é bom terem acabado Centros de Treino. Será uma boa
análise comparar os resultados das selecções com e sem C.T’s. Sobre a defesa do jogador
português nos campeonatos da LPB e Proliga relatou situações que testemunhou directamente, de
treinadores e dirigentes equipados e inscritos como jogadores, forma de contornar os
regulamentos que qualificou de aldrabice pegada que não leva a lado nenhum. Manifestou
satisfação pelo Plano de contingência e pela vontade de trabalhar apesar da crise, não baixando
os braços pelo facto de não haver dinheiro."
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
O método Mourinho
Não sendo novo o tema é importante e tem transferência para o basquetebol
:
Do Cum en to 3
http://pt.scribd.com/fullscreen/81108765?access_key=key-1ji9miza8q6zavhvhylt
:
La metodología de entrenamiento de Mourinho o la de Seirul·lo?
Es habitual oir que la gran diferencia entre los dos equipos reside en que el Real Madrid está mucho mejor preparado físicamente y que al Barça se le nota cansado...
Como era de esperar, no ha tardado en salir un artículo que hable sobre la metodología de entrenamiento del equipo que "mejor está", me refiero a "Fuertes sin pisar el gimnasio" de Diego Torres (El País). Voy a extraer algunas frases que me parecen interesantes, a la vez que me son familiares:
- Hablando de la pretemporada: "Solo hacíamos partidos de 3c3, 3c2, 4c3, 5c5..." (...) "en un campo que variaba de amplitud, con porterías que aumentaban o disminuían de número o tamaño". El trabajo en grupos reducidos a máxima intensidad lo comentamos en el artículo "Resistencia en Baloncesto. Calidad vs Cantidad" extrapolable a otros deportes de equipo: Niveles N.IV y N.V. La manipulación del reglamento (terreno de juego, superioridades, etc.) sirve para modular la intensidad del ejercicio.- (los entrenamientos de Mourinho) nunca se hacen sin el balón, porque giran desde el principio alrededor de la organización futbolística.Todos los contenidos de entrenamiento, independientemente de la capacidad que se entrene deben estar en función de un objetivo final: lo que pretendamos realizar en el partido. Este objetivo final puede desarrollarse progresivamente en función de la especificidad: Orientación y Nivel de Aproximación.- Mourinho: "por necesidad de lo táctico surgen todos los restantes" (...) "la adaptación fisiológica es siempre específica de esa forma de jugar"
Como también comentamos en el artículo de Resistencia, se juega como se entrena. Y las necesidades físicas del equipo las marca los objetivos que marque el entrenador: filosofía de juego, táctica, etc.
- En la recta final de temporada: Los titulares apenas se están entrenando. 15 minutos, unos estiramientos y a descansar. Los entrenamientos duran 1 hora y los partidillos están cuidadosamente cronometrados, entre 10 y 20 minutos, y se desarrollan a gran ritmo.En el artículo "Variación de la ratio testosterona-cortisol..." presentábamos empíricamente que el último tercio de la temporada debía tratarse de forma distinta: modificando las cargas de forma individual y reduciendo el volumen de entrenamiento del equipo.El mismo artículo concluye: Gracias a sus éxitos, Mourinho ha popularizado elentrenamiento integrado (...) que deriva de una propuesta de Paco Seirul·lo(actual preparador físico del FC Barcelona). Yo además añadiría la contribución imprescindible de Gerard Moras y Julio Tous.
Como último apunte me gustaría matizar el título del artículo de El País (que pretende ser chocante para captar la atención, lo entiendo). Pero es que para estar "fuerte" tienes que entrenar y para no perderte entrenamientos no lesionarte. Con este fin debe realizarse un trabajo preventivo (N0-, N0+, NI), que normalmente requiere "pisar el gimnasio", sin más.
Como era de esperar, no ha tardado en salir un artículo que hable sobre la metodología de entrenamiento del equipo que "mejor está", me refiero a "Fuertes sin pisar el gimnasio" de Diego Torres (El País). Voy a extraer algunas frases que me parecen interesantes, a la vez que me son familiares:
- Hablando de la pretemporada: "Solo hacíamos partidos de 3c3, 3c2, 4c3, 5c5..." (...) "en un campo que variaba de amplitud, con porterías que aumentaban o disminuían de número o tamaño". El trabajo en grupos reducidos a máxima intensidad lo comentamos en el artículo "Resistencia en Baloncesto. Calidad vs Cantidad" extrapolable a otros deportes de equipo: Niveles N.IV y N.V. La manipulación del reglamento (terreno de juego, superioridades, etc.) sirve para modular la intensidad del ejercicio.- (los entrenamientos de Mourinho) nunca se hacen sin el balón, porque giran desde el principio alrededor de la organización futbolística.Todos los contenidos de entrenamiento, independientemente de la capacidad que se entrene deben estar en función de un objetivo final: lo que pretendamos realizar en el partido. Este objetivo final puede desarrollarse progresivamente en función de la especificidad: Orientación y Nivel de Aproximación.- Mourinho: "por necesidad de lo táctico surgen todos los restantes" (...) "la adaptación fisiológica es siempre específica de esa forma de jugar"
Como también comentamos en el artículo de Resistencia, se juega como se entrena. Y las necesidades físicas del equipo las marca los objetivos que marque el entrenador: filosofía de juego, táctica, etc.
- En la recta final de temporada: Los titulares apenas se están entrenando. 15 minutos, unos estiramientos y a descansar. Los entrenamientos duran 1 hora y los partidillos están cuidadosamente cronometrados, entre 10 y 20 minutos, y se desarrollan a gran ritmo.En el artículo "Variación de la ratio testosterona-cortisol..." presentábamos empíricamente que el último tercio de la temporada debía tratarse de forma distinta: modificando las cargas de forma individual y reduciendo el volumen de entrenamiento del equipo.El mismo artículo concluye: Gracias a sus éxitos, Mourinho ha popularizado elentrenamiento integrado (...) que deriva de una propuesta de Paco Seirul·lo(actual preparador físico del FC Barcelona). Yo además añadiría la contribución imprescindible de Gerard Moras y Julio Tous.
Como último apunte me gustaría matizar el título del artículo de El País (que pretende ser chocante para captar la atención, lo entiendo). Pero es que para estar "fuerte" tienes que entrenar y para no perderte entrenamientos no lesionarte. Con este fin debe realizarse un trabajo preventivo (N0-, N0+, NI), que normalmente requiere "pisar el gimnasio", sin más.
Do Cum en to 3
http://pt.scribd.com/fullscreen/81108765?access_key=key-1ji9miza8q6zavhvhylt
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