quinta-feira, 15 de março de 2012

Não querem ver...

Não tenho tido muito tempo para actualizar o blogue ,dado o trabalho realizado na ABL e no Algés. Contudo não posso deixar de comentar as conclusões da últimas reuniões Associativas ,que um pouco por todo o pais se vão fazendo com o objectivo de alterar os quadros competitivos dos atletas mais velhos. Participei na reunião de Lisboa e tenho recebido múltiplos documentos . Em todos eles uma vontade comum, mudar para melhor.
Era uma boa altura para repensar TUDO , mas temo que mais uma vez vamos ficar pelas alterações pontuais que nada resolvem.A realidade do Pais é o outra , e a crise ainda complica mais a situação.
O regresso ás competições Regionais de Seniores poderia ser uma boa solução nomeadamente para Associações como Lisboa. Quem ainda se lembra dos Regionais no Pavilhão da Ajuda , sempre a abarrotar de público ?
Um modelo semelhante ao que se disputa na Formação faz hoje sentido novamente.A fusão da CNB1 com a CNB2 não faz qualquer sentido.
Tenho defendido em local próprio (AG da FPB ) algumas das ideias que estão contidas na maioria dos documentos  , a saber entre outros:
- Reformular o Projecto do Compal Air. O  contributo deste projecto para o basquetebol federado tem sido questionado . Somos da opinião que este projecto não traz nada para o basquetebol federado. Nem as Associações nem os seus clubes filiados ganham. O retorno para o federado é praticamente nulo.  
- Criar um escalão pré-competitivo de Sub 13; 
-Aproveitar os Campeonatos Nacionais, as Taças Nacionais e a experiência do Torneio Inter-Associações para aplicar o Modelo da CNB2 a todos os escalões, com a criação de uma 1ª e 2ª Divisão Nacional (esta última de inscrição livre) e Campeonatos Regionais, tendo sempre em conta a organização espacial, as regiões e sub-regiões geográficas, a densidade populacional, a rede rodoviária, …. 


Mas como disse não adianta enterrar a cabeça na areia a fingir que não se vê a crise do basquetebol. Era uma boa altura para pensar  e reformular TUDO .
As últimas noticias do basquetebol não são muito animadoras :


"A Direcção do CAB-Madeira informa que a sua Equipa Sénior Feminina não irá tomar parte na jornada desta quarta-feira, na qual defrontaria a equipa açoriana do Boa Viagem.  



" O Terceira Basket vai despedir os três norte-americanos que faltaram ao jogo com o Barreirense, no sábado. Durrel Nevels, Nate Bowie, ambos de 25 anos, e Tony Murphy, de 31, não compareceram ao encontro da 17.ª jornada da Liga, que a equipa açoriana perdeu, por 54-89.Em declarações ao jornal “Diário Insular”, de Angra do Heroísmo, o presidente do Terceira Basket, Luís Fagundes, reconhece “que o clube não tem a solidez financeira desejada”.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O papel de Delegado eleito pelos treinadores...


Nas AG da FPB não deixo de tentar cumprir o mandato para que fui eleito democraticamente pelos colegas treinadores , levando algumas das nossas preocupações . Junto resumo do que lá disse:

"Mário Silva começou por informar que leu as 176 páginas do documento e expôs de seguida um
conjunto de comentários. Sobre os quadros considera que não têm um grande rigor, tendo referido
alguns erros nos mesmos. Positiva a lista das selecções mas que seria fácil de completar com
mais rigor. Sugeriu um quadro resumo das classificações das várias épocas, o que facilitaria as
comparações do desempenho. Considerou necessário estabelecer objectivos (entre o 17º e o 20º)
e defendeu a eliminação das referências elogiosas. Sobre o facto de em Lisboa haver cada vez
mais miúdos a praticar, acha que é um fenómeno bom para estudar. Salientou como o minibasket
ouve as críticas de uma forma construtiva e as utiliza para melhorar, e a necessidade de perceber
como treinam os miúdos do minibasket espanhol, que jogam melhor do que os portugueses da
mesma idade. Referiu a importância de no Compal Air separar federados de não federados em
todos os escalões, e considera que não é bom terem acabado Centros de Treino. Será uma boa
análise comparar os resultados das selecções com e sem C.T’s. Sobre a defesa do jogador
português nos campeonatos da LPB e Proliga relatou situações que testemunhou directamente, de
treinadores e dirigentes equipados e inscritos como jogadores, forma de contornar os
regulamentos que qualificou de aldrabice pegada que não leva a lado nenhum. Manifestou
satisfação pelo Plano de contingência e pela vontade de trabalhar apesar da crise, não baixando
os braços pelo facto de não haver dinheiro."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O método Mourinho

Não sendo novo o tema é importante e tem transferência  para o basquetebol
:

La metodología de entrenamiento de Mourinho o la de Seirul·lo?


 Es habitual oir que la gran diferencia entre los dos equipos reside en que el Real Madrid está mucho mejor preparado físicamente y que al Barça se le nota cansado...
Como era de esperar, no ha tardado en salir un artículo que hable sobre la metodología de entrenamiento del equipo que "mejor está", me refiero a "Fuertes sin pisar el gimnasio" de Diego Torres (El País). Voy a extraer algunas frases que me parecen interesantes, a la vez que me son familiares:

- Hablando de la pretemporada: "Solo hacíamos partidos de 3c3, 3c2, 4c3, 5c5..." (...) "en un campo que variaba de amplitud, con porterías que aumentaban o disminuían de número o tamaño". El trabajo en grupos reducidos a máxima intensidad lo comentamos en el artículo "Resistencia en Baloncesto. Calidad vs Cantidad" extrapolable a otros deportes de equipo: Niveles N.IV y N.V. La manipulación del reglamento (terreno de juego, superioridades, etc.) sirve para modular la intensidad del ejercicio.- (los entrenamientos de Mourinho) nunca se hacen sin el balón, porque giran desde el principio alrededor de la organización futbolística.Todos los contenidos de entrenamiento, independientemente de la capacidad que se entrene deben estar en función de un objetivo final: lo que pretendamos realizar en el partido. Este objetivo final puede desarrollarse progresivamente en función de la especificidad: Orientación y Nivel de Aproximación.- Mourinho: "por necesidad de lo táctico surgen todos los restantes" (...) "la adaptación fisiológica es siempre específica de esa forma de jugar"
Como también comentamos en el artículo de Resistencia, se juega como se entrena. Y las necesidades físicas del equipo las marca los objetivos que marque el entrenador: filosofía de juego, táctica, etc.
- En la recta final de temporada: Los titulares apenas se están entrenando. 15 minutos, unos estiramientos y a descansar. Los entrenamientos duran 1 hora y los partidillos están cuidadosamente cronometrados, entre 10 y 20 minutos, y se desarrollan a gran ritmo.En el artículo "Variación de la ratio testosterona-cortisol..." presentábamos empíricamente que el último tercio de la temporada debía tratarse de forma distinta: modificando las cargas de forma individual y reduciendo el volumen de entrenamiento del equipo.El mismo artículo concluye: Gracias a sus éxitos, Mourinho ha popularizado elentrenamiento integrado (...) que deriva de una propuesta de Paco Seirul·lo(actual preparador físico del FC Barcelona). Yo además añadiría la contribución imprescindible de Gerard Moras y Julio Tous.

Como último apunte me gustaría matizar el título del artículo de El País (que pretende ser chocante para captar la atención, lo entiendo). Pero es que para estar "fuerte" tienes que entrenar y para no perderte entrenamientos no lesionarte. Con este fin debe realizarse un trabajo preventivo (N0-, N0+, NI), que normalmente requiere "pisar el gimnasio", sin más.


Do Cum en to 3

http://pt.scribd.com/fullscreen/81108765?access_key=key-1ji9miza8q6zavhvhylt

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

É só fazer contas...

As Festas são reconhecidas por todos como o ponto alto mais conseguido pela FPB. As dúvidas sobre a realização das mesmas não parecem ainda todas dissipadas ainda que tudo aponte que as mesmas sejam realizadas em Albufeira.
Junto um artigo relativo às "Festas espanholas" e ás contas que tão bem sabem fazer os nossos vizinhos:




CAMPEONATOS DE ESPAÑA: Una apuesta segura
Valladolid acogió de forma inmaculada unos Campeonatos de España de Selecciones Autonómicas durante
 la primera semana de enero. Seis días y cinco noches en los que cerca de 5.000 personas estuvieron
 relacionadas de alguna forma con este evento. En definitiva, una gran noticia para cualquier ciudad.
Los datos son claros. Es complicado encontrar en la actualidad –por no decir que no lo hay- un campeonato
 de base que mueva a tanta gente como éste. Directamente, entre jugadores/as, técnicos, árbitros y
 federativos, se cubrieron cerca de 1.500 plazas hoteleras en pensión completa para pernoctar un mínimo
 de cinco noches. Las 19 Comunidades Autónomas, representadas con un mínimo de cuatro selecciones cada
 una y hasta cinco algunas con la de silla de ruedas, es un grueso de equipos que Valladolid ha sabido ‘digerir
’ a la perfección.
Esas plazas directas se aumentan hasta las 5.500 de ocupación hotelera cuando se añaden a familiares, 
aficionados y entrenadores de fuera que vinieron a seguir el Campeonato. En definitiva, la estimación 
que se hace desde los hosteleros de Valladolid es que el retorno no ha sido inferior a 2 millones de euros.
No solo a los hoteles les ha reportado una buena semana el torneo sino que también a todo el entorno
 relacionado. La disputa de los partidos en todo Valladolid, ya que había hasta once pabellones de juego,
 ha logrado además que toda la ciudad se pueda beneficiar del evento (cafeterías, restaurantes, taxis…).

2 MILLONES DE RETORNO PARA VALLADOLID
El Gerente de la Federación de Castilla y León, José Alberto Martín, cree que en Valladolid no habrá en todo
 el año otro certamen que reporte tanto a la ciudad: “Lograr cerca de 6.000 personas durante una semana
entera es complicado de igualar. El año pasado hubo un congreso de micro-créditos con 2.000 participantes,
 pero en este entre participantes y familiares son muchos más”.
Córdoba organizó en 2011 el mismo campeonato y la experiencia fue la misma: fantástica semana de 
baloncesto y un retorno para la ciudad de 1,5 millones de euros. Unos números que dejan bien a las
 claras que la experiencia es una apuesta segura.

LOS NÚMEROS DEL CAMPEONATO
1.500 plazas directas hoteleras (jugadores/as, técnicos, árbitros y federativos)
4.000 plazas hoteleras indirectas (familiares y aficionados)
2.000.000 de euros de retorno
5 noches de hotel
7 días en Valladolid

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Video Clinic

O meu trabalho no Algés vai muito além do treino da equipa de seniores (que comanda a Proliga). A coordenação das equipas e a Formação dos treinadores são temas a que me dedico de corpo e alma.
Organizei o  I Vídeo Clinic 2012 , tarefa contemplada no plano de actividades da secção de basquetebol ,  de forma gratuita e aberta a todos os interessados. 
 No Vídeo Clinic os treinadores tiveram oportunidade de ver em acção um dos mais prestigiados treinadores dos College( Roy Williams ) com o  tema “Os segredos da Transição de North Carolina
“.

 Tivemos tempo ainda para trocar impressões relativas ao tema em debate e para analisarmos alguns "clips" da equipa de Seniores que usa algumas das ideias do autor.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

120 anos de história


No ano 1891 , dia  21 de Dezembro ,  disputou-se o primeiro jogo de basquetebol no  ginásio da escola Christian Workers (YMCA) , Instituto onde  James Naismith  dava aulas.