sábado, 23 de abril de 2011

Dúvida nas regras...

A colocação dos jogadores no acto de lance livre está descrita nas regras :

Num jogo recente das Selecções Distritais  um dos nossos optou por uma disposição diferente colocando-se do mesmo lado do companheiro:
O árbitro não o permitiu e eu fiquei com algumas dúvidas que não seja possível tal posicionamento dos jogadores.Fico a aguardar ajuda de quem saiba mais das  regras que eu...

Caricato sim o que aconteceu num Liga profissional. Jogadores mal colocados sem que os árbitros dessem conta e um deles todo contente a marcar no próprio  cesto !




sexta-feira, 22 de abril de 2011

DDM/AASAA

Estudei ao pormenor o ataque AASAA/DDM e dei conta dessa matéria a todos os que  ainda me vão procurando.
Fico contente por também noutros países reconhecerem o meu trabalho...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Scouting NBA

É tempo de Play off na NBA.
O site http://nbaplaybook.com/ faz o scouting da competição.
Junto uma análise do ùltimo jogo dos Celtics.

"In my opinion, coaching at the NBA level is most important late in games due to the number of timeouts that are called and the number of plays that need to be drawn up in late game situations.  Doc Rivers is one of the best coaches when it comes to drawing up/calling plays late in games that always seem to work (I mean, he did win the Clipboard Awards this season), and in the final seconds of the Game 1 against the Knicks, Rivers showed how valuable a coach who can draw up plays can be.
We pick up the action with 37.8 seconds left with the Celtics trailing by three points.  You don’t need a three point shot in this situation, you just need a quick look to maintain the 2-for-1 so you can get the basketball back.  Rivers understands this and instead of going for the all-or-nothing three, he set up a play to get a quick two:
lob1
The play starts with Kevin Garnett setting a pindown screen for Paul Pierce.  Pierce uses the screen to flash to the top of the key area, looking for the basketball.
lob2
Once Pierce uses his screen, Garnett also flashes to the top of the key as if he is the one who is going to get the basketball.

lob3
Garnett’s shooting ability forces the defense (in this case Ronny Turiaf) to step up and try and take away this pass.  As this happens, Garnett cuts backdoor with Ray Allen sneaking behind Turiaf to set the screen.
lob4
The beauty of this play is who Rivers has setting the backscreen.  It’s Ray Allen.  Nobody in their right mind is going leave Allen because he is always a threat to pop for an open jumper.
lob5
This means that there is nobody around Garnett at the rim as he waits for the lob pass from Rajon Rondo to come to him.

lob6
With nobody contesting, Garnett is able to rise up, make the catch, and finish with very little time coming off of the clock.  Here is the play in real time:

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A sobrecarga a que está sujeita a Simone...e outros mais.

A convite da E.N.B. participei no Clinic das Festas.
Respondendo ao que me foi solicitado procurei mostrar como está a ABL organizada , como trabalha e como detecta os jovens talentos que tão bons resultados apresentam.
Num dos diapositivos dei conta da minha preocupação em relação aos jovens com maior potencial e á sobrecarga a que os mesmos são sujeitos ao longo da época desportiva.
Agora com mais tempo posso concretizar melhor as ideias tomando como exemplo a actividade desportiva da jovem Simone Costa (Sub 16).
O mapa seguinte (referente ao mês de Abril) apresenta o dia a dia de uma atleta que está inscrita e joga no S.L.Benfica, representou a ABL , está no Centro Treino e faz ainda parte da Selecção Nacional Sub 16.



Em resumo temos:


Por duas vezes  tentei o diálogo, sem sucesso. Contudo a maioria pareceu estar de acordo com as minhas preocupações e inclusive alguns Seleccionadores Nacionais deram-me conta do problema.
Se continuarmos como até aqui, cada um no seu quintal ,o resultado só pode ser um destes:
- A atleta mais tarde ou mais cedo abandona a modalidade.
- A atleta lesiona-se com maior ou menor gravidade.
- A atleta apresenta rendimento desportivo muito inferior ao seu potencial.
A solução deste problema da Simone e da maioria dos nossos melhores atletas só pode ser uma:
Planeamento e diálogo.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

A verdade dos números...


Em recente entrevista  apontei como objectivo principal  da ABL para Portimão - Festa do Basquetebol Juvenil, fazer melhor que na época anterior e recuperar a breve prazo a liderança no ranking nacional.



As Associações de Basquetebolde Lisboa e Porto foram as que mais se destacaram obtenho a mesma pontuação : 8 pontos correspondentes a um 1º lugar, dois 2º lugares e um 3º lugar.


A melhoria das selecções ABL nas últimas épocas é  significativa e estamos novamente na frente que é o lugar de Lisboa.
 
Os números falam por si ...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Festa do Basquetebol Juvenil



Mário Silva - AB Lisboa na Festa do Basquetebol Juvenil

11 de April de 2011 por Miguel Tavares às 20:38
A pouco e pouco a Associação de Basquetebol de Lisboa tem conseguido encurtar as distâncias que nos últimos anos a mantinham afastada das melhores associações do basquetebol em Portugal. Mas nas últimas edições têm deixado a ideia de que estão a regressar aos lugares de destaque no basquetebol de formação, e este ano poderá ajudar a confirmar isso mesmo.
Na véspera da edição deste ano, fomos falar com Mário Silva, Coordenador das Selecções da AB Lisboa.
A AB Lisboa tem estado a regressar ao topo do basket nacional, e no último ano esteve presente em duas Finais, tendo conquistado uma delas. Acredita que este ano poderão ter um desempenho ainda melhor na Festa do Basquetebol Juvenil? 
O GT da ABL a exemplo dos anos anteriores aponta como objectivo principal para Portimão - Festa do Basquetebol Juvenil, fazer melhor que na época anterior e recuperar a breve prazo a liderança no ranking nacional. Levamos 3 anos de muito trabalho e colaboração com os Clubes de Lisboa. Cada dia estamos mais organizados, temos mais praticantes e mais actividades. Sabemos contudo que Porto e Aveiro levam, ainda, vantagem, porque no passado recente foram mais organizados e porque tiram maiores benefícios do facto dos Centros Treino se localizarem nas suas áreas geográficas. Mas nada disso altera os nossos objectivos, até porque o basquetebol Nacional só ganha em ter uma Associação de Lisboa forte e motivada.
O que é que o público em geral poderá esperar das selecções lisboetas presentes nas Festas?
Grupos de rapazes e raparigas motivados e empenhados em querem mostrar que valeu a pena o trabalho desenvolvido nos Clubes e na ABL.
Sabendo que o basquetebol é um desporto colectivo, há sempre alguns atletas que se destacam mais do que outros. Acredita que na delegação de Lisboa estão jovens jogadores que poderão chegar a patamares superiores no basquetebol português? 
Não só acredito como tenho quase a certeza que também Lisboa tem atletas de grande talento. Cito apenas três dos que mais se destacam.
Isaias Insaly (C.A.Queluz – Sub 16 Masc.). Da geração de 95 está referenciado como um dos atletas com maior futuro no basquetebol Europeu.
A Maria Kostourkova (SIMECQ – Sub 14 Fem.) é a jogadora com maior potencial que algum dia apareceu no nosso basquetebol. Com apenas 14 anos já vai na terceira participação nas Festas e promete voltar nos próximos anos. Na minha modesta opinião à sua volta deveríamos construir uma equipa Nacional, até porque felizmente jovens com talento abundam noutras associações.
Finalmente a Simone Costa (S.L.Benfica – Sub 16 fem.) ,cuja disponibilidade motora está muito acima da média e pode eventualmente ser também uma jogadora de referência.
Na sua opinião, qual a importância que a Festa do Basquetebol Juvenil tem para o desenvolvimento da modalidade em Portugal? 
Como é do conhecimento geral sou critico em relação a muitas das actividades que a FPB organiza. Nos locais próprios tenho dado conta da minha insatisfação nunca deixando de dar sugestões na procura de um basquetebol melhor. Relativamente às Festas estas constituem o ponto alto das organizações Federativas. Uma boa organização permite aos jovens de todo o pais mostrarem que temos não só praticantes com talento como treinadores empenhados. Penso até que deveriam ser mais ambiciosos e alargar esta prática aos Sub 12 com a organização de um quadro competitivo Masculino e outro Feminino. Quanto mais cedo optarmos por esta via melhores praticas e mais atletas teremos.

Não podia estar mais de acordo...

Felizmente os treinadores  pensam  e alguns emitem opiniões acertadas.
Da entrevista do Agostinho Pinto ( ao Planeta Basket ) retirei uma das ideias que têm a minha concordância total :
"Aproveito até para lançar um “desafio”: uma vez que o basquetebol no desporto escolar basicamente se resume ao “Compal Air”, em que a grande maioria dos participantes são atletas já federados, não seria mais “produtivo” um projecto em que se realizassem visitas de atletas referência a escolas primárias e básicas, de modo a ser possível cativar jovens para o nosso minibasquete e escalões de sub-14 em maior número, num trabalho em conjunto da federação com os clubes".
Não faz sentido nenhum estar  a falar  de Detecção de talentos no Compal. Os melhores já estão referenciados à muito (jogam nos clubes) . O projecto deveria sim servir para captar novos atletas se o mesmo fosse destinado prioritariamente aos jovens não federados.