quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Selecção de Lisboa...do meu tempo.

O meu amigo Fernando Monteiro (13) publica regularmente fotos do "nosso" tempo.
Esta era a selecção de Lisboa de Juvenis e eu sou o 7...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Balanço do Torneio Internacional de Iscar - Sub-16

A Selecção Portuguesa de sub-16 marcou presença no Torneio Internacional Vila de Iscar, em Espanha, durante a passada semana. Os jovens portugueses eram a única das equipas presentes que disputará o Europeu B da categoria,no próximo verão, acabando por não constituir surpresa o 8º lugar na classificação final. 

No excelente artigo escrito por Alejandro González, no site BasketMe, encontramos um balanço das várias equipas participantes, bem como o destaque para os melhores jogadores de cada selecção. Pertencendo estes jovens à geração nascida em 1995, para muitos é uma primeira oportunidade para serem observadores por "scouts" e ficarem referenciados nas agendas das melhores equipas europeias. Entre os portugueses, e segundo o autor, sobressaíram João Guimarães (Extremo-Poste, 1.96m) e Isaías Insaly (Extremo, 1.98m).


PORTUGAL (0-4)

"El equipo más débil del campeonato sumó dos abultadas derrotadas ante Rusia y España, pero fue capaz de poner en apuros a Castilla y León y Montenegro. Un conjunto aguerrido, con coraje y personalidad, pero sin dirección alguna y calidad y físico limitados. Además, Portugal protagonizó una de las anécdotas del torneo al jugar con las camisetas (números y nombres incluidos) usadas en el sub-16 del pasado verano. 

Los lusos nos dejaron a uno de los mejores jugadores del torneo. Un ala-pívot de 1’96, Joao Guimaraes. El evidente problema de estatura fue de sobra superado por un excelente conocimiento del juego, gran intensidad y muy buenas maneras. Guimaraes jugó como interior puro, reboteando con consistencia y agresividad, tocando casi todos los balones que escupía el aro en ambos lados de la pista. Buen posicionamiento, lucha bajo tableros, timing e instintos. En ataque su capacidad es limitada pero su velocidad de pies y tenacidad le convirtieron en el mejor arma de su equipo, siempre a través de segundas opciones, algún contraataque y buenos cortes a canasta. Le falta fuerza y salto, así como un buen “touch”, por lo que sus porcentajes fueron muy bajos. Pero que un chico de su estatura, en un torneo de este nivel, se quede tan cerca del doble-doble (11’2 puntos y 9’2 rebotes), dejando además una sensación de madurez y conocimiento del juego tan notable, ha sido sin duda una de las grandes historias escenificadas en Iscar. 

De la selección portuguesa nos quedamos también con Isaias Insaly, un alero de 1’98 y origen africano, como el jugador con mayor proyección. Con un físico muy fuerte, muy maduro y bien formado para su edad, tiene las condiciones atléticas necesarias para afrontar el baloncesto de alto nivel, pero su paquete técnico y táctico es aún muy pobre. Rebotea bien y exhibe cierto timing y posicionamiento, pero es demasiado corto en ataque a pesar de tener algún movimiento (algún reverso, por ejemplo) más o menos controlado. Le falta acierto de cara al aro, teniendo verdaderos problemas para acabar cerca de canasta y muchos más para anotar desde media distancia. Si crece algún centímetro más y va mejorando técnicamente podría ser un 4 aprovechable. Jugó lesionado los dos últimos partidos, en una incompresible decisión de su entrenador, que parecía empeñado en forzar a su jugador hasta el extremo.."

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Este não joga mais...

Subida de escalão...

O tema das subidas de escalão é pertinente já que a regulamentação em vigor na FPB  não facilita a evolução dos jovens. Opinião por mim expressa , enquanto Delegado eleito pelos treinadores,  na última AG da FPB ,  e que vai de encontro ao que vigora ,com sucesso ,na ABL. Os atletas deveriam jogar no escalão correspondente ás suas capacidades sem contudo serem impedidos de participarem   no escalão referente à data nascimento. A gestão seria obviamente da responsabilidade de quem de direito : os treinadores.
Por norma não respondo aos ou às  anónimas ( não quero transformar o meu blogue num forum ) mas desta vez não resisto a responder à seguinte mensagem :

"É giro e fácil colocar este tipo de post, difícil é actuar, mas como coordenador das selecções de Lisboa estou curiosa para ver se a Kosturkova joga em Portimão pelas sub-16 ou vai andar a passear nas sub-14."

Olhe que não...não é fácil emitir opiniões neste basquetebol fechado. Poucos o fazem . 
Em relação à Maria Kosturkova  a ABL vai seguir o regulamento .
 Curioso estou eu em ver se esta talentosa atleta vai jogar na Selecção Nacional de Sub 16 ou se vai continuar a passear nas Sub 14. E por aqui me fico.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Azar terem nascido deste lado...

Albert Homs jogou apenas 14 segundos , o tempo suficiente para que a nova promessa do Joventut um base de 16 anos e 1,97 m fizesse a sua estreia na Liga ACB. 
Homs nasceu em Mataró e no verão passado assinou o seu primeiro contrato de profissional . É apontado como o novo Ricky Rubio que fez a sua estreia aos 14 anos na Liga espanhola.
Homs é  um dos melhores bases da Europa da geração de 94 .  Em Maio participou no Jordan Branch Classic’ tenho alinhado no famoso Madison Square Garden juntamente com os talentos mundiais .

Na minha modesta opinião temos também  em Portugal alguns jovens   com talento . Como exemplo,  dos que conheço melhor  ,  o  Diogo Ventura (S.L.Benfica ), o Isaias Insaly (Queluz), a Simone Costa (S.L.Benfica) e um dia destes a Maria Kostrukova (SIMECQ) poderiam do mesmo modo jogar nos escalões superiores . Umas vezes   querem os treinadores  mas  não querem os dirigentes,  outras não querem os treinadores . Se   juntarmos também uma legislação que só complica  fica assim  mais difícil a evolução dos nosso jovens .

                                                                             

A ver também se aprende...

O ditado é velho mas não deixa de fazer sentido mesmo no basquetebol, como diz Shaquille O´Neal:

Eu não costumo ver os jogos das outras equipas”. A afirmação pertence a Shaquille O´Neal, veterano poste dos Boston Celtics e um dos jogadores mais queridos entre os amantes da NBA. Apesar de tudo, “Shaq” confessou que há jogadores merecedores da sua atenção. Não só da sua, mas também do seu filho.
Quando vejo basquetebol com o meu filho, só o deixo ver o Kobe (Bryant), o LeBron (James) e o Blake Griffin. Só eles”. Só estes? Mas então porquê? “O Kobe é o Black Mamba, claro. O Blake Griffin é um gato de pele clara como o meu filho também será. O LeBron é forte, físico e consegue fazer tudo”, justifica Shaquille O´Neal.
Mas os elogios de “Shaq” a Blake Griffin não se ficam por aqui.Ele sabe como liderar a sua equipa. Ele tem feito números impressionantes e vocês vão começar a perguntar-se porque é que os Clippers não ganham. Assim que eles aprendam a jogar juntos, a história vai ser diferente e para melhor. Ele é fabuloso”.
Shaquille O´Neal quer que o seu filho cresça a ver os melhores, tal como ele o fez há muitos anos atrás.Eu quero que ele cresça a ver os melhores e que trabalhe para ser tão bom como eles. Foi o que eu fiz quando era criança ao ver o Kareem Abdul-Jabbar, o Wilt Chamberlain ou o Bill Russell”.