sexta-feira, 7 de março de 2008

Gigante no basquetebol....


ASHEVILLE, N.C. — The University of North Carolina-Asheville men’s basketball team has perhaps the most effective inbounds play in the country: the Bulldogs’ point guard lofts the ball high toward the basket, and center Kenny George either tips it in or dunks it, without leaving his feet, as his opponents leap in vain.


Some things come easily on the basketball court for George, the tallest player in the country, at 7 feet 7 inches and 360 pounds.
But as with many of the extremely tall basketball players before him — including Gheorghe Muresan, Manute Bol and Shawn Bradley — such size brings serious drawbacks. George’s joints are under considerable stress, and everything from buying shoes to going out with his friends can be difficult.
He is too tall to fit into a driver’s seat, so he does not have a driver’s license and must ask friends for rides. When the semester ends, his father drives 650 miles from Chicago, his hometown, to Asheville so George does not have to squeeze into an airplane seat.
“I don’t hate it, but there are times I wish that I weren’t so tall,” George said.
George grew up on the North Side of Chicago. His parents separated when he was 2 years old, and his father, Ken Sr., received primary custody of his only son. Although George was tall from an early age, he did not become interested in basketball until middle school.
“Basketball wasn’t what I was trying to bring him up to do, it just went in that direction,” Ken Sr. said.
George’s body kept growing. By his senior year, his feet had grown beyond size 23, the largest athletic shoe made. In search of a size 25, VanderMeulen appealed to college and N.B.A. teams. Weeks later, Shaquille O’Neal sent several pairs of his size 22’s to Chicago. VanderMeulen shipped them to a New York City shoemaker who cut off the soles and toes and reshaped them into 25’s.
Asheville has a contract with Nike, which makes 12 pairs of size-26 shoes for George. They are the only shoes he wears.
Gigantism or acromegaly — in which a tumor on the pituitary gland causes an oversecretion of growth hormone — may be the cause of his condition. Dr. Michael Thorner, professor of internal medicine at the University of Virginia, said acromegaly had an incidence rate of three to four cases per million and usually was not diagnosed until after puberty.
George said he hoped to play professional basketball, but he has other interests — including graphic design, animation, comic books and cartoons. He arrived on campus with storyboards of movie ideas; he has written several short stories and screenplays and said he would like to produce films.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Isto sim é integração...


Quando o jovem Porter Ellett (Wayne High School ) aquece antes de um jogo de basquetebol, todos os espectadores pensam que ele vai ficar no banco dos suplentes em vez de entrar no “cinco inicial” .
"É divertido ver as reacções das pessoas " disse Ellett que perdeu o braço direito num acidente quando era menino.
Para ele ter apenas um braço na competição não constitui qualquer desvantagem. Ele gosta do desafio. No último jogo marcou 16 dos pontos da sua equipa , roubou bolas na defesa , conquistou ressaltos e ainda desarmou um lançamento.
O seu treinador, Kade Morrell, diz que : “É um líder natural para a equipe. Tem uma atitude ganhadora e é um exemplo claro de que com atitude se pode resolver um problema grave. Não é o que lhe aconteceu, mas sim como conseguiu triunfar face a um problema na vida,".
As atenções estão naturalmente mais concentradas em Porter do que na equipa , o que o faz acreditar nos colegas para o ajudarem a ganhar dentro e fora do campo .
” Os meus colegas são os meus amigos . Eu não seria ninguém sem a sua ajuda . São sempre positivos comigo dizendo que posso fazer tudo ….."


terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Futebol em vez de matemática


Todos já ouvimos pais conscientes da realidade social e preocupados com
o futuro dos filhos, recomendarem-lhes, quando estes se entusiasmam com a pratica do futebol e ambicionam ser estrelas internacionais, que devem dar prioridade aos estudos para serem adultos melhor preparados para os desafios da vida, mesmo para os que possam passar pelo desporto de alto rendimento. Pois bem, agora tudo muda com as novas abordagens da educação em Portugal. Estou mesmo a considerar tirar o meu filho do colégio que frequenta e coloca-lo numa escola de futebol onde aprende a arte do drible, do pontapé bem colocado e onde o uso da cabeça visa melhorar a qualidade do cabeceando para a baliza. E que o Instituto de Emprego e Formação Profissional, por meio do Centro da Guarda, anunciou um curso de jogador de Futebol com equivalência ao 9º ano! De acordo com a descrição, cabe a este profissional efectuar a preparação necessária sob orientação da estrutura de apoio com vista a potenciação do seu rendimento; participar em jogos de Futebol seguindo as orientações técnicas e tácticas da estrutura de apoio e respeitando as leis do jogo, os regulamentos da disciplina e a ética desportiva; analisar e registar informações de carácter técnico e táctico relativas a actividade Futebolística; utilizar a imagem publica na construção da carreira e do sucesso pessoal na divulgação da equipa e do clube que representa. E pensar eu que no meu tempo de aluno do Liceu Pedro Nunes em Lisboa, para poder fazer o antigo 5º ano (actual 9º da escolaridade), andei a matar a cabeça com as equações da Matemática, a decorar Hist6ria, Geografia, Ciências, a aprender Português. Inglês e Francês, etc., quando agora bastaria inscrever-me num centro de formação deste Portugal integrado na Europa, ali fazendo, de urn modo devidamente enquadrado na promoção da sucesso escolar nacional, o que com os meus colegas costumava fazer as quartas-feiras de tarde nas actividades circum-escolares. Que desperdício! ... E imagino que se tivesse logrado ser jogador com títulos internacionais, mesmo cuspindo para a relva, agredindo adversários e insultando árbitros, teria garantido urn doutoramento numa dessas universidades publicas onde os cortes orçamentais levam a que o dinheiro não chegue para pagar ao pessoal. Compreendo agora porque se gastaram milhões em estádios e se diminuiu a percentagem investida na Educação.

Super Homem

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Obama e o basquetebol...


O coach Craig Robinson (Brown University) anda bastante ocupado não só com a equipa mas também com a campanha presidencial norte americana.

Depois do treino matinal (em Providence ) viajou de avião para Chicago para acompanhar com a família as eleições primárias. O motivo é simples Craig é cunhado de Barack Obama.

Se Obama for eleito presidente não representa apenas um sinal de mudança no país e no mundo, mas também a entrada do basquetebol na “White House”.

Boas perguntas...


Moncho Lopez pediu mais tempo para "mergulhar na nova realidade" do basquetebol português, mas já tem algumas noções:
"Não quero entrar em polémicas, mas surpreende-me, por exemplo, que uma equipa com o orçamento do Benfica não esteja a competir na Liga profissional, que, por sua vez, só tem 8 equipas. E há também a questão de alguns jogadores portugueses, que preferem sair de Portugal para jogar na 3.ª divisão espanhola", referiu o treinador de origem galega.

Boas perguntas. Quanto ás respostas , vai certamente descobrir com o passar do tempo...até porque estão bem próximas.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O adeus de Bobby Knight...



O mítico Bobby Knight deu por terminada a carreira de treinador.
Com 902 vitórias é o recordista na NCAA.
O seu filho Pat Knight passa agora a ser o responsável por Texas Tech.
Knight (67 anos) ganhou 3 vezes o campeonato universitário ao serviço de Indiana e em 1984 foi campeão olímpico em Los Angeles.
Com 42 anos de carreira apenas treinou 3 equipas: Army , Indiana e Texas Tech.