segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Jogos lúdicos....


Aprendi a gostar de basquetebol com os Profs.Mário Lemos, T.Lima e com o velho Aurélio.
Os jogos do "Horse" , a "Volta ao mundo", o "31", o "Alemão" e outros faziam parte da nossa aprendizagem.
Nas voltas da internet encontrei um filme do Pete Maravich onde ele brincava com a bola jogando ao "Horse". O mais curioso é que muitos dos lançamentos nós também os faziamos e nunca tinhamos visto o Maravich jogar, só o conheciamos de nome....

sábado, 3 de novembro de 2007

'Ensaio' nas modalidades


Um artigo do DN dava conta da captação de muitos jovens por parte do Râguebi, Triatlo e Basquetebol . Tal como não consegui encontrar no referido artigo dados do nosso basquetebol também não dou conta de tal entusiasmo ....
"As exibições e resultados internacionais dos atletas portugueses ao longo deste ano funcionam como um "ensaio" para o crescimento das modalidades no nosso país. Sem que o espaço do futebol esteja minimamente ameaçado, a verdade é que o râguebi, basquetebol e triatlo têm ganhado um maior mediatismo e com isso conquistado um significativo aumento do número de participantes.

As vitórias de Vanessa Fernandes deram a conhecer uma modalidade sem expressão em Portugal. A presença da selecção de basquetebol no Europeu, onde alcançou duas surpreendentes vitórias, mostrou que a Liga nacional também produz atletas de nível internacional. A histórica participação da selecção de râguebi no Mundial colocou o País a falar dos rituais do desporto da "oval". Aliás, a actual popularidade do râguebi é um fenómeno que só encontra paralelismo com o hóquei na década de 80 e inícios de 90.

Popularidade 'oval'

Escasseiam campos de treino para a modalidade, que na maioria dos clubes partilha os relvados do futebol; faltam infra--estruturas de apoio; quase não existem acções de formação; o investimento é praticamente nulo; os clubes de Lisboa estão saturados e não conseguem dar resposta à enorme procura dos novos praticantes; raros são os dirigentes que conhecem o termo profissionalismo. Esta é realidade portuguesa do râguebi, o desporto da moda, que os portugueses começaram agora a descobrir e a praticar, de tal forma que já se questionam as consequências da "febre" do râguebi, que está a alastrar de norte a sul do País.

Para já, ainda não é possível à Federação Portuguesa de Râguebi (FPR) quantificar com exactidão o crescimento verificado este ano, que se acentuou após a participação dos "lobos" no Mundial. Mas, como afirmou ao DN sport José Costa Dias, responsável do departamento de desenvolvimento da FPR, é seguro dizer que a maioria dos clubes duplicou o número de inscritos - o Belenenses, no ano passado, por esta altura, tinha 120 inscritos e agora, a dois meses do final das inscrições, já conta com 254 - e que algumas regiões estão a assistir ao nascimento em série de clubes, como é o caso do Alentejo, que de três passou para oito.

Actualmente existem 3409 atletas federados (dados de 2006/07), o que significa um aumento de 664 participantes relativamente à época 2005/2006. Números que ainda ficam longe dos 131 835 do futebol, ou dos 30 760 do andebol, mas que começam a chamar a atenção dos patrocinadores e dos responsáveis que parecem estar dispostos a aproveitar a onda de popularidade.

O boom desta modalidade atinge sobretudo os escalões mais jovens, entre os seis e os 14 anos. "Há miúdos a trocar o futebol, a natação, o judo pelo râguebi", diz José Costa Dias. Mas o fascínio pelas placagens não é exclusivo das crianças. "No Belenenses recebemos algumas mensagens que reflectem a onda de descoberta da modalidade e da vontade de experimentar. Um dos casos mais exemplificativos foi o de um jovem com 35 anos que nos escreveu a dizer que gostava de treinar com os seniores. Perguntava a que dias eram os treinos, a que horas e qual o equipamento. Fez uma breve descrição das suas características físicas e capacidades", contou ao DN Manuel Resende, director executivo do râguebi do Belenenses.

João, de 13 anos, treina no CDUP, sabe o nome de todos dos jogadores da Nova Zelândia e o seu sonho é representar a selecção e jogar numa equipa profissional, fora de Portugal, é claro. "Foram os meus pais que me incentivaram e hoje não me imagino sem este desporto", diz. "Os pais apercebem-se que o râguebi é uma escola de vida. É uma modalidade que transmite às crianças valores como o respeito, tolerância, humildade, honra, responsabilidade, espírito de equipa e amizade", explica Manuel Resende, adiantando que actualmente é mais a criança que procura o râguebi e os pais são confrontados com a escolha. A razão? "É um jogo de fuga, que se pratica ao ar livre, onde a liberdade é total. Além disso é divertido." com Cipriano Lucas e Elisabete Silva

sábado, 27 de outubro de 2007

A velha história do Pinochio....



O presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) ,Mário Saldanha , frisou que o organismo que dirige "nada pode fazer em relação aos salários em atraso", num universo de "mais de 300 clubes associados". "Não sei se o Queluz tem salários em atraso. Não temos instrumentos para controlar os contratos profissionais de clube que não são profissionais", referiu o líder da FPB.

Sabe sabe !!! O Seixal deve-me dinheiro , e ele sabe. O tal tribunal arbitral ,para onde fui obrigado a recorrer funciona com a FPB e deu-me razão. Por outro lado , também recebeu do meu advogado ,antes do inicío do sorteio da Proliga , um fax onde claramente referi que segundo os regulamentos em vigor , a participação do Seixal na prova com dividas era ilegal.


O presidente da Liga, Paulo Mamede, garante que o organismo só tomou conhecimento formal da existência de salários em atraso no Lusitânia no dia em que a equipa se estreou no campeonato. “Formalmente a Liga só soube no dia do primeiro jogo, numa reunião que tive na ilha Terceira”, conta o dirigente.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ser solidário....



Ao longo da minha carreira de treinador sempre procurei ser solidário com quem merece. A convite do Líder da AJB( Associação de Jogadores de basquetebol) estive presente na Confereência de Imprensa realizada no Sindicato dos Jogadores de Futebol, onde os os atletas acentuaram as ilegalidades das provas nacionais (Liga e Proliga).
Do Jornal "A Bola" transcrevo algumas linhas:
"Em causa está a inscrição de jogadores por parte do Lusitânia e a respectiva parti-
cipação no campeonato, quando ainda existem cartas na Liga a denunciarem situações de incumprimento contratual. A FPB também foi visada devido à inscrição ilegal do Atlético de Queluz na Proliga, formação que, na última temporada, evoluiu na LCB com a nomenclatura de Núcleo de Basquetebol de Queluz.Os jogadores e treinadores, os principais intervenientes do espectáculo do basquetebol, têm sido constantemente prejudicados", critica Alexandre Pires, líder da AJB.

Os últimos «fora-de-Lei»
Desde do arranque do campeonato da Liga, na temporada de 1995/96, que ocorrem incumprimen¬tos aos regulamentos aprovados pela própria LCB. Um dos casos mais badalados foi o do Estrelas da Ave¬nida, equipa que se sagrou campeã da Liga na época de 1997/98 e que actuou sem a obrigatória garantia bancária. Seguiram-se outros casos idênticos: Mon¬tijo, Aveiro Basket, Leiria Basket e Seixal. O Queluz e o Lusitânia são os últimos fora-de-Iei. «Decidi recorrer para o Tribunal Arbitral, e só fui prejudicado com isso», referiu ontem Mário Silva, treinador que foi afectado com salários em atraso ao serviço do Leiria Basket e do Seixal" .

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Mário Palma triunfa na Jordania...


Nunca foi das minhas amizades e alguns conflitos, normais de quem vive com intensidad o jogo, tivemos. Contudo não me custa reconhecer quem tem valor.
Do site da FIBA transcrevo a notícia que curiosamente ou talvez não ainda não foi referida em qualquer orgão da comunicação social. Continuamos pequeninos, num desporto de grandes...

JOR - Proud Palma ready for more silverware
AMMAN (King Abdullah Basketball Cup) - Mario Palma enjoyed one of his fines momentsat the helm of Jordan’s national team when he steered them to glory in the King Abdullah Basketball Cup on Monday.
Jordan, a team Palma is attempting to turn into a powerhouse as he did with Angola, prevailed 89-77 over Tunisia in Amman, the capital of Jordan.
Palma accepted the challenge of leading Jordan 13 months ago when he could not agree on an extension with the African giants.
Angola’s loss, it appears, is Jordan’s gain.
"Jordan has the capacity to face and beat other (great) teams,” Palma said to FIBA. “Our latest results are evidence of that.”
There were signs of Jordan’s progress in Japan, where they came in fifth at the last FIBA Asian Championship.
They might have done even better.
"Had not we lost against Japan,” Palma said, “we could have reached the semi-finals.
“Those games [FIBA Asian Championship] were the most difficult I have been involved in: nine games in nine days, it is amazing.”
At the King Abdullah Basketball Cup, an annual event organised by the Jordan Basketball Federation which they also won in 2004, they did not slip up.
Monday’s triumph has filled Palma with a lot of confidence.
"We have gained respect,” he said. “Our squad is getting stronger and stronger.
"In one year, we have achieved the work of 10 years.”
Jordan also won the William Jones Cup.
"It is pretty clear that we have achieved the best results, and classification ever,” Palma said.
“We have stepped forward, noticeably.
"We climbed seven positions in the FIBA Rankings, which is superb."
This year, Jordan Basketball welcomed Saudi Arabia, Egypt, the United Arab Emirates, Tunisia and Nicosia to the King Abdullah Basketball Cup, but an African nation that was supposed to show up did not.
"We invited Nigeria, but they didn’t come,” Palma said, adding that it was a lost opportunity for them.
“This is a good tournament that aims improving international experience,” Palma said.
Jordan can’t spend too much time celebrating their title.
Next week, Palma travels with the team to Egypt where they will take part in the Arab Cup from October 27 to November 7, and then Pan-Arab Games from November 14-21.
And after these events, Palma will have to make a decision on his future.
"I have been with the team for a year and half, and our goal is improving more and more,” he said. “Jordan is a very nice country; I have been enjoying the experience.
"They [Jordan Basketball Federation] want me to stay until 2009, but we will see after the Pan-Arab Games.”
For now, Palma wants to bring more silverware to Jordan.
"I have already won some trophies in Egypt with Angola,” he said. “We want to go there to win."
Julio Chitunda
FIBA

domingo, 21 de outubro de 2007

A FIBA trabalha para os treinadores

Ao contrário dos "nossos orgãos" a FIBA trabalha, bem , para os treinadores.
Aprender com os melhores é o objectivo da FIBA com o "Drill Library". Todos os meses novos "drills" com video de suporte.Os ataques e as defesas das melhores selecções são também objecto de estudo.
Mais uma vez digo não é por falta de material que os treinadores não conseguem ensinar bem...

http://www.fiba.com/subsites/sideLine/coacLibr/home.asp