By European Coach Raul Jimenez
I told my Hoops Addict friends that I would analyse Raptors’ game from the point of view of an European coach. And now, when I’ve already watched them I think it’s time to do it and help you to know them a little bit better. Of course, it’s hard to know a team if you can’t watch their practices, their meetings… I mean, there are a lot of things we can’t see, a lot of job “behind the cameras”. But I’ll try my best.
Let’s start with their offensive patterns. There are some things really interesting about Raptors’ offense.
1. Situations with their power forward or center placed far from the basket (Garbajosa and Bargnani, both of them with good skills to score, shooting threes or driving against slower defenders)
2. Use of the corners: with Garbajosa or Bargnani there, there’s always a scoring menace.
3.Quick plays for pointguards: T.J. Ford and Calderon are really good, they can score and they can kick the ball for a free teammate
4.Flex offense situations, which give space to their quick posts.
5.Clear out situations: Using their outside menace to make defense choose what they try to stop.
6.What I like most, the use of Garbajosa as a “3”. It’s a very important step for the player and also something useful for the team.
At this point, we can take a look at the rest of the videos
HORNS
The main goal with this play is to pass the ball inside, but it’s really interesting the way coach Mitchell places Garbajosa in the corner making it really difficult for the defenders to cover the low post and the corner at the same time, as we saw in the first video. This pattern gives Raptors a lot of possibilities to score.
They run different plays starting with this same pattern:
1.To free the point guard through pick and roll situations.
2.To post up the forward.
3.To play high – low situations for the inside players.
CLEAR OUT
Toronto has some really good one on one players. Bosh is one of the League Stars, but also T.J. and their “4’s” can take advantage of these situations. Raptor’s big men can drive, post up or shoot, and that’s something they use wisely. Even if we don’t have them on the video let’s not forget Parker or Graham whose one on one is good also.
FLEX
There are multiple options when running this play. Forwards cutting to the basket, posts popping to the three point line… Pick and roll situations if they can’t shoot.
PICK AND ROLL
It’s the most common offensive situation in basketball all over the world. Both in Europe and in the NBA there are two key players you must have to score or be fouled every time you use the pick and roll:
A good outside player, who can drive hard to the basket and is also a good passer
An inside player who can pop out and shot.
Toronto have both of them, so they have a good security net in case their regular offense doesn’t work. They can use the pick and roll “isolated” but also at the end of their regular plays.
In the next days we will focus on Raptors’ defense, which is also very interesting.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
domingo, 21 de janeiro de 2007
Desporto escolar com menos dinheiro....

As receitas do desporto escolar, provenientes do Orçamento de Estado (OE) e do Totoloto, registaram uma diminuição nos últimos anos, revela o estudo Desporto Escolar -Um Retrato, apresentado ontem. A diminuição das apostas no Totoloto - que contribui com 98% das receitas -, e a descida das verbas do OE, que em 2002 ascenderam a 484 377 euros e em 2005 apenas a 42 500 euros, justificam esse decréscimo.
Luís Capucha, director-geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação, reconheceu na apresentação que os equipamentos são uma das lacunas do desporto escolar. Mas o responsável salienta que "temos investido todos os anos na melhoria dos equipamentos escolares".
O director-geral manifestou a sua satisfação pelos resultados obtidos pelo desporto escolar, designadamente "o crescente envolvimento das escolas, dos agentes educativos e não apenas dos especialistas". Mas acrescenta: "Julgamos que podemos ir mais longe."
No capítulo pedagógico, Jorge de Sousa, autor do estudo, juntamente com Jorge Magalhães, destaca a importância do desporto escolar para "o desenvolvimento do desporto português e de Portugal".
Os 110 mil praticantes de desporto escolar, desde o 5.º ano de escolaridade até ao 12.º ano, aprendem "a entreajuda, a disciplina, o trabalho em equipa, o respeito pelo outro", evidencia Jorge de Sousa.
Entre os vários projectos desenvolvidos nas escolas salientam-se a Taça Luís Figo, com várias modalidades, e o MegaSprinter, de atletismo, patrocinado por Francis Obikwelu.
Além de aprenderem a ser atletas muitos alunos também recebem formação no sector da arbitragem. No ano lectivo de 2004/05, 3267 alunos foram árbitros e juízes, 42,3% dos quais na região Norte (1381).
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
Menos praticantes: o que fazer?
Mais uma vez recorro ao jornal "A Bola". O artigo do Prof.Vasconcelos Raposo aborda um tema importante que não podemos ignorar...
"Há cada vez menos crianças e jovens a praticar desporto. Esta é uma realidade que resulta de vários factores. Primeiro, pela diminuição anual de nascimentos o que tem justificado o encerramento de centenas de escolas e a redução de muitas equipas de jovens. Também nas modalidades individuais, organizadas por anos de nascimento, esta redução de praticantes, ao nível dos clubes tem merecido, da parte de alguns, discussão.
Há anos em que praticamente não existem crianças inscritas nos escalões de formação. É um problema generalizado a nível mundial. Um outro factor, esquecendo a numeração dos mesmos, é o carácter selectivo que os grupos de iniciação têm vindo a assumir nos vários locais de prática. Neste particular, a escola constitui um exemplo bem negativo. Ali limitam-se o número de alunos por equipa. Limitam-se a modalidades a ser apoiadas. Limitam-se os apoios às escolas. Limitam-se os pagamentos aos profissionais, sendo que estes também procuram limitar a sua intervenção ao mínimo possível. Neste contexto de limitações é óbvio que o afastamento da prática desportiva é cada vez maior. Para quem tem como objectivo aumentar o número de portugueses a praticar desporto o rumo das coisas não irá favorecer em nada as nobres intenções manifestadas. Sendo menor o número de crianças e jovens a ser formados nos hábitos da prática não será nunca um bom sinal para o futuro. Outro factor, é a triste constatação de uma juventude cada vez mais adversa ao esforço físico. Uma juventude que tem medo de se cansar e, ironia das ironias, uma juventude que encontra em casa a cobertura para a desistência
fácil das actividades que fazem apelo ao rigor, à disciplina, ao cumprimento de horários e à superação das dificuldades inerentes ao desenvolvimento das condições de treino e competição. Urge encontrarem-se soluções que permitam, perante estes e outros factores, ultrapassar os condicionalismos existentes. Um bom local para o fazer é no desporto praticado na escola. Mas aqui, o que é muito urgente, é encontrar vontades e empenhamentos políticos e profissionais que permitam estimular, nas nossas crianças e jovens, o gosto e o prazer em praticar o desporto. Sem esta base muito dificilmente se constrói o resto".
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Sparks (Benfica), um triplo para não mais esquecer...
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Gato por lebre ...

Não resisto à tentação de transcrever um artigo do Prof. Sidónio Serpa do Jornal A Bola (dia 3.1.2007)
Gato por lebre
o Estado reconheceu, oficialmente, a necessidade de apoiar a reinserção social dos atletas de alta competição no pós-carreira, legislando a existência de um seguro que lhes permitiria receber um prémio monetário ao fim de doze anos com estatuto de alta competição. É que a dedicação ao desporto que lhes permitiu atingir níveis de excelência internacional, nuns casos impediu a construção de uma aprendizagem profissional paralela e, noutros, atrasou de tal modo a entrada numa profissão para a qual se prepararam academicamente, que ficam colocados numa posição de inferioridade no momento de abandonar o desporto. Entretanto, por terem atingido níveis de rendimento fixados pelas Federações e pelo Estado, os praticantes iam recebendo subsídios mensais com os quais o País os ia empurrando para se manterem neste nível de actividade desportiva. Assim, entre aqueles atletas que agora completam os tais doze anos no sistema de alta competição, estão alguns que ficaram em níveis muito baixos de formação escolar, que não aprenderam qualquer ofício, ou que tendo estudado e conseguido graus universitários, ao demorarem mais tempo do que o estudante tipo em full time, se prejudicaram pelo atraso da entrada no mundo do trabalho, comparativamente com os seus colegas não desportistas.
Foi o preço, que o País lhes deve, por dedicarem toda a sua vida ao treino e à competição. O prémio de reinserção social parece, portanto, perfeitamente justificado e justo para quem promoveu o País e serviu de modelo de excelência ao longo de anos.
Pois bem, como aparentemente a lei não foi regulamentada, agora, no momento em que há vários atletas em condições de receber aquela compensação e o solicitaram, surgem as dúvidas e complicações habituais em Portugal. Isto é, a confirmarem-se estas dificuldades, o Estado estaria a vender gato por lebre ao bom estilo portuga.
Muitos atletas até gostariam de ver o dinheiro substituído por uma oportunidade de emprego que evite, por exemplo, o triste caso daquela que tendo completado o ensino secundário e representado dignamente Portugal em vários Jogos Olímpicos, tem de
trabalhar como empregada doméstica para sobreviver.
Se o Estado não é fiável, como pode o I sistema desportivo empurrar jovens para a perigosamente instável alta competição? E deverão os pais permiti-lo?
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Recorde para Boby Knight
sábado, 23 de dezembro de 2006
A Transição de Roy Williams
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