terça-feira, 31 de março de 2015

Tom Izzo Michigan State University Zone Lob Set Play

Tom Izzo o " coach" de Michigan State é um  especialista dos "Set Plays ". Contra a Zona de Louisville na East Regional Final fez apelo aos bloqueios  com sucesso .





quinta-feira, 26 de março de 2015

" CEGO"...


Mais uma combinação elementar do ataque de Iowa State e do coach Fred Hoiberg . Desta vez um bloqueio cego e vai á mão , tudo simples , sem grandes coreografias  mas eficaz.O objectivo é claro : envolver o defesa numa acção inicial ( bloqueio cedo ) de forma a que chegue atrasado à acção seguinte ( bola a mão).


quarta-feira, 25 de março de 2015

Campo do Maria Pia

Mais uma vez não faltei. Dei por bem empregue o tempo com os jovens no Campo do Maria Pia. Também aqui encontrei gente com vontade de aprender e de jogar basquetebol .

Finta de bloqueio

O movimento "  Slip "( finta de bloqueio) faz parte da bagagem tactica individual dos atletas de Iowa State .

terça-feira, 24 de março de 2015

A velha TESOURA...

Continuando com Iowa State e com o Coach  FRED Hoiberg que a partir da velha TESOURA encontra soluções simples para o ataque, tal como fazem os Spurs na NBA.


segunda-feira, 23 de março de 2015

Fred Hoiberg


Fred Hoiberg , treinador de Iowa State , é um dos que sigo ao longo dos anos com particular interesse na NCAA. 
Muito influenciado pela NBA apresenta um modelo de jogo bastante diferente da generalidade.Provavelmente será na próxima época treinador dos Chicago Bulls.
Tudo muito simples. Recorre frequentemente ,nas entradas do ataque , ao velho "oito" , para depois concluir com combinações elementares de 2x2 com o poste baixo no lado contrário (DDM), ou joga com  três no lado da bola para aproveitar o bloqueio cego do lado contrário . 
https://www.dropbox.com/s/f994s072f1c64ql/fred%20hoiberg%20secondary%20actions.pdf?dl=0



domingo, 22 de março de 2015

domingo, 15 de março de 2015

sábado, 14 de março de 2015

Aguardo mais convites ...

Sei que podia fazer muito mais e que ainda tenho algo para dar à modalidade.
Estive desta vez em Paço Arcos e gostei do treino.
Fico obviamente a aguardar novos desafios...

quinta-feira, 12 de março de 2015

Passam a vida lesionados na NBA

Uma verdadeira praga de lesões assola a NBA. O número de baixas não para de aumentar e merece uma reflexão. Por que razão se lesionam tanto os jogadores na NBA? Regularmente, o site da Liga profissional norte americana publica a lista atualizada dos lesionados; na última constam 60 jogadores:



Jovens mal preparados 
Os primeiros a ser flagelados com as lesões são, naturalmente, os mais jovens, os “Rookies”. Passaram da competição Universitária (NCAA) para a Liga profissional sem que 
a maioria tenha cumprido os quatro anos possíveis de aprendizagem. O que se pede na NBA é que esses jovens joguem mais de 80 encontros por época a um ritmo intenso de três a quatro jogos por semana, quando anteriormente faziam menos de metade.
Não se estranha, pois, que esta época a lista de lesionados dos melhores atletas jovens também já vá extensa e contenha, entre outros:

Demasiada responsabilidade
Um outro grupo de jogadores, os mais experientes, também sofre com o calvário das lesões, deixando muitas vezes as suas equipas à deriva.  Os melhores jogadores atuam mais de 30 minutos por jogo e são sujeitos a elevados esforços físicos, repetindo ações que colocam em causa a sua integridade física.
As lesões de Kevin Durant (26 jogos dos 53 jogos da equipa) e de Russell Westbrook (39 jogos em 53), dos Oklahoma City Thunder, transformaram um candidato numa equipa mediana. A lesão de Kobe Bryant, do Lakers, ajuda também a explicar a desastrosa época da equipa.  Finalmente Paul George, Indiana Pacers, prepara o regresso, mas ainda está 
de fora depois da grave lesão (tíbia e perónio) no treino da seleção norte americana, quando treinava para o Mundial de Espanha. A equipa segue mal classificada na sua Divisão.
Uma boa gestão dos veteranos 
 O Coach de San Antonio, Greg Popovitch, sabe bem o que fazer no que toca à gestão do seu valioso plantel: poupa os jogadores veteranos. Perde alguns jogos mas sabe que mais para a frente vai ganhar. As três “estrelas “ da equipa, Tim Duncan, Ginobili e Parker, querem vencer mais campeonatos mas para isso têm de descansar para estarem em forma na altura das grandes decisões. Não se estranhe, pois, que o tempo de utilização médio deste trio tenha baixado bastante e que inclusive fiquem em casa nas longas viagens.



Já os Miami Heat não seguem o mesmo plano, e as lesões são uma constante, para desespero do base Dwyane Wade: “Para quem trabalha arduamente como eu é frustrante não poder jogar no All-Star, mas nada podemos fazer”.  A equipa de Miami está sempre a mudar de cinco inicial e já tiveram 10 jogadores lesionados. “Isto é no mínimo bizarro”, disse Wade. “As equipas sabem conviver com as lesões, mas em Miami nunca tinha visto nada semelhante”.
No recente “All Star Game”, na lista de lesionados, Wade teve companhia ilustre:

Demasiada responsabilidade
Um outro grupo de jogadores, os mais experientes, também sofre com o calvário das lesões, deixando muitas vezes as suas equipas à deriva.  Os melhores jogadores atuam mais de 30 minutos por jogo e são sujeitos a elevados esforços físicos, repetindo ações que colocam em causa a sua integridade física
As lesões de Kevin Durant (26 jogos dos 53 jogos da equipa) e de Russell Westbrook (39 jogos em 53), dos Oklahoma City Thunder, transformaram um candidato numa equipa mediana. A lesão de Kobe Bryant, do Lakers, ajuda também a explicar a desastrosa época da equipa.  Finalmente Paul George, Indiana Pacers, prepara o regresso, mas ainda está de fora depois da grave lesão (tíbia e perónio) no treino da seleção norte americana, quando treinava para o Mundial de Espanha. A equipa segue mal classificada na sua Divisão
Já Carmelo Anthony, dos New York Knicks, tem passado a época a jogar ao pé coxinho mas alinhou no “All Star Game” e deu por concluída a época para ser operado ao joelho esquerdo. A equipa segue com o pior recorde da prova (12 vitórias e 48 derrotas).
Kobe azarado

Kobe Bryant não escapou esta época a mais uma lesão. Depois de ter rasgado o tendão de Aquiles na época anterior (fez seis jogos), agora deu cabo de um ombro e foi novamente operado (total de 35 jogos). Já com 34 anos e com 18 épocas de profissional, o problema que se coloca é se tem ou não ainda capacidade para recuperar e voltar a ser o mesmo. Que não voltará a ser tão rápido e explosivo, depois de recuperar de uma rutura do tendão de Aquiles, é uma certeza que todos temos. Na história da NBA, a recuperação mais fantástica deste tipo de lesão foi mesmo a de Dominique Wilkins, que se lesionou aos 32 anos, na temporada 1991-1992, e voltou a jogar melhor do que fazia anteriormente. Agora o problema de Kobe está no ombro mas, mesmo assim, não desiste e na próxima época volta para ajudar os Lakers, que bem precisam.
Porque se lesionam?
O elevado número de jogos, as constantes e longas viagens e o limitado tempo de recuperação explicam muitas destas lesões. Contudo, a elevada sobrecarga a que foram anteriormente sujeitos prejudica também a carreira destes super atletas. Para chegarem à NBA fizeram milhares de treinos e de jogos, participaram em múltiplas competições, campos de treino, viagens constantes e tiveram vários treinadores com filosofias diferentes. A maioria dos melhores saiu para o profissionalismo depois de uma passagem simbólica na Universidade, não dando tempo a que o corpo se adaptasse ao esforço, nem a que aprendessem os fundamentos básicos da modalidade. Nunca fizeram mais nada que não tenha sido basquetebol, raramente praticaram outra modalidade e poucos estudaram. O resultado final de tudo isto é um conjunto de adolescentes a serem sobrecarregados nos mesmos músculos, nos mesmos tendões e nas mesmas articulações, no mesmo sentido e nos mesmos ângulos.
A juntar a tudo isto temos a pressão dos pais, que encaminham os jovens para treinos intensos e competições fortes como forma de lhes acelerar a carreira, o que na maioria das vezes leva ao fim da mesma. Não é raro que muitos fracassem e que fiquem com lesões crónicas e dores para o resto da vida. A maioria dos atletas jovens norte americanos, por causa das lesões e não só, terminam as carreiras no final do ensino secundário, alguns chegam às Faculdades e poucos alcançam a elite do profissionalismo.
Os atletas da NBA sabem melhor do que ninguém que a recuperação faz parte integrante do processo do treino desportivo. E que para terem sucesso e futuro na Liga não se podem esquecer de repousar e recuperar, o que não é fácil para quem ganha tanto dinheiro, tem tantas solicitações extra basquetebol e “ainda” tem de fazer mais de 80 jogos por época, treinos e viagens de milhares de quilómetros.
Claro está que os atletas estão bem acompanhados. A Medicina desportiva evoluiu muito e podemos dar como exemplo Grant Hill, que teve uma lesão grave, várias cirurgias, uma infeção e que depois continuou a jogar ao mais alto nível. Este tipo de recuperação nunca teria acontecido se isto se tivesse passado há várias décadas. A solução para limitar o número de lesionados parece óbvia: reduzir drasticamente o número de jogos. Mas tal não é fácil porque a isso corresponderia uma redução brutal de receitas, e a NBA quer continuar a ser um negócio rentável.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Formação treinadores e jogadores.

Sempre que solicitado vou...
Desta vez em Paço Arcos   (6 F ás 18.30 h) a fazer o que mais gosto : Treinar.

domingo, 1 de março de 2015

Estudar e jogar é possível nos Estados Unidos...

competição universitária de basquetebol da NCAA tem crescido de popularidade em todo o mundo  . O canal  ESPN América foi um dos principais  responsáveis pela sua divulgação, até ter deixado de transmitir para a  Europa, por razões econômicas. Atualmente, são as plataformas  Livestream que permitem seguir  a prova. Outra razão para tal destaque tem a ver  com   o aumento do número de jogadores de todos os continentes que optam pelo sonho americano.
Na Europa, a grande maioria  dos jovens talentos  não consegue garantir contratos significativos porque as  equipas perderam os sponsors  e têm muito menos financiamento. Sem futuro, a melhor  oportunidade para progredirem  é na NCAA, onde conseguem não só  garantir educação gratuita, como   continuam a fazer  o que  mais gostam  que é jogar basquetebol.
Segundo Hawkins autor do livro  “The New Plantation: Black Athletes
, College Sports, and Predominantly”  os   jovens atletas estrangeiros trazem para a competição norte americana uma nova mentalidade :
“ Eles trazem  ética ao trabalho . Não foram contagiados  pelo sistema da American Athletic Union (AAU ) , ficam  gratos pela educação adquirida e por terem oportunidade de  jogar basquetebol . Os atletas estrangeiros entendem o valor e a importância da  educação. Têm  um nível de maturidade que não vejo nos  nossos atletas “.
Em todas as Conferências tem aumentado o  número de atletas estrangeiros , muitos deles internacionais . Quando o conceituado técnico John Calipari chegou a Kentucky ( 2009-2010 ) na Southeastern Conference (SEC), apenas 6  universidades  tinham atletas estrangeiros,  num total de 10 internacionais . Em  2013-2014 a realidade era outra e 12 das 14 equipas já tinham estrangeiros totalizando 27 internacionais  . Actualmente, dezoito países diferentes estão representados na SEC , mais da metade são da  Europa . Há também jogadores das Bahamas , Venezuela e Austrália.
Não é de estranhar que alguns desses jovens com mais talento , apareçam com regularidade no DRAFT da NBA. Na lista de  2013, cinco jogadores estrangeiros que jogaram basquete universitário foram escolhidos na primeira ronda.

Europa ensina melhor .

“ Acho  que os jogadores europeus são mais habilidosos ", disse Bryant à ESPN . " Na Europa ensinam bem o jogo aos jovens que são  mais habilidosos  . É algo que nós  americanos realmente temos de corrigir . Para isso, temos de nos livrar da cultura da  AAU que  é gananciosa  e horrível   . É estúpido , mas é verdade , os nossos jovens  são só grandes e pouco sabem fazer. Não  conhecem  os fundamentos do jogo . " , disse ele.
“ Os jovens devem aprender a jogar em  todas as posições , vejam como jogam os irmãos Gasol . Porque razão é que 90 por cento do plantel dos Spurs é constituído por jogadores europeus ? ". 
Bryant, que cresceu na Itália, nunca jogou nas Competições da AAU . Provavelmente  se o tivesse feito seria outro jogador . 
"Eu provavelmente não seria capaz de driblar e lançar  com a  esquerda e de ter  bom jogo de pernas ", disse Bryant . " 

As Associações Americanas
O  basquetebol Universitário está dividido em três associações nacionais : NCAA, NAIA e NJCAA.
A NCAA não é só Duke, North Carolina ou  Kentucky , onde os nossos atletas não têm 
lugar. Há centenas de escolas onde podem jogar
O número de bolsas de estudo é limitado e depende da Divisão a que pertence a escola, assim :

Na NCAA teoricamente os  jogadores são estudantes e amadores , mas a realidade é bem diversa e os escândalos  são uma constante .
O debate relativamente ao pagamento aos atletas está novamente lançado e a 
divergência é grande entre os que  defendem que só devem alinhar atletas estudantes amadores  e os quem aceitam que a prova  se transforme numa liga menor com
pagamentos aos jogadores .Claro que  quem tem sucesso segue para a NBA ou para a Europa, o pior são os outros, a maioria,que fica sem opções , sem educação e sem emprego .

Não seguiram os pioneiros 
No passado recente , João Santos (Nevada Reno  NCAA D1)2001, Seco   Camara (George Washington   NCAA D1)1999,Carlos Andrade ( Queens NCAA D2) 2003 e Joao Paulo  Coelho (Miami  NCAA D1)2003 , foram os pioneiros e mostraram  aos jogadores nacionais  que existia, cruzando o oceano , um mundo novo chamado NCAA .


Pena foi que tivéssemos nessa altura   perdido a oportunidade de enviar também  o gigante Armando Mota (2.10m) que certamente teria feito uma carreira bem diferente  no basquetebol nacional .
As  anteriores experiências foram bem sucedidas  e seria  suposto que depois destes atletas  terem aberto o caminho,  outros fizessem a sua formação académica e desportiva na gigantesca competição norte  americana . Infelizmente tal não sucedeu . Os nossos jovens talentos optaram por ficar em “casa”  : uns no CAR , outros a disputarem um campeonato sem o mínimo de interesse de Sub 20 e alguns a jogarem alguns minutos nas divisões seniores  inferiores .
Não se entende a opção, já que todos  sabemos que entre nós é muito complicado estudar  numa Universidade e participar  num  desporto de elite mais ou menos profissional 
Por outro lado, ao  contrário dos nossos vizinhos espanhóis nunca conseguimos  criar  competições secundárias de qualidade . As  agora denominadas Liga  de Ouro e Liga de Prata permitiram aos espanhóis mais jovens competirem de forma activa .
Em  Portugal, as  competições criadas primam pelo amadorismo o que traz  consequências nefastas para a modalidade.Continuamos com o escalão de Sub 20 que não faz qualquer sentido. O  nível formativo nos clubes é baixo e os resultados dos CARs não são visíveis . Não conseguimos formar jogadores de elite . Na  actualidade os melhores continuam a ser os “trintões”  (João Santos ,Marçal , Minhava e companhia).
 Nesta  altura  de crise, aparece como uma  boa alternativa para os nossos atletas   a NCAA , uma prova que, se cria algumas dúvidas relativamente á evolução dos jogadores, respeita e  consegue, a  compatibilidade  entre os estudos e o desporto 
O pior que  pode acontecer a um jogador que passe pelo basquetebol universitário é que  fique durante quatro anos e, mesmo que não tenha sucesso no basquetebol, consiga acabar uma carreira universitária e tenha um diploma que lhe possibilite entrar no mercado de trabalho 
Na actualidade, a realidade nacional no sector masculino continua bastante conservadora, ao contrário do sector feminino onde se assiste a uma   fuga maciça de talentos .
Quanto a atletas nacionais a jogarem presentemente nos Estados Unidos, conseguimos localizar os seguintes 
Daniel Relvão Mountain Mission High School 
Ruben Silva South Dakota State NCAA D1
Óscar Pedroso Chacinado  NCAA D2
Cândido Sá San Jacinto College Central NJCAA
Luís Câmara 22FT Academy Prep School
Gonçalo Stringfellow Northwood University (FL) Junior Varsity Team/NAIA
Tiago  Mascarenhas IMG Academy High School 
O facto dos nossos escalões de formação  não conseguirem bons resultados nas competições da FIBA e obviamente  não  disputarem a Divisão A de nenhum Campeonato 
Europeu , é demonstrativo do nível do basquetebol masculino e também impede que os “scourters “ das Universidades avaliem os atletas . 



Gigante de Coimbra vive sonho americano

O jovem  gigante Daniel Relvão , 2.08 m , a actuar  na  Mountain Mission,  High School, nos EUA , é o atleta em que se deposita maior esperança no basquetebol nacional   . Com pouco tempo de prática,  2 anos apenas, o jovem de Coimbra que anteriormente praticava natação , tem tido uma evolução acelerada   e é hoje figura de destaque na

competição escolar local . 
Internacional Sub 18 , Divisão B, o extremo-poste alinhou no  passado Verão em representação de Portugal em todos os nove encontros com médias de 8.2 pontos ,  5.2 ressaltos e  3 desarmes de lançamento  .
O jovem está referenciado no  High School , ocupando o lugar 385 no ranking do site 247 Sports , com direito a duas estrelas . 

 A posição  é modesta mas já lhe   garantiu uma bolsa de estudo para a época de 2015-16 , em Valparaiso. É o primeiro atleta de Mountaineers Mission a receber  tal distinção da 1 Divisão  da NCAA. 
As  opiniões dos Scouters   e o filme (https://www.youtube.com/watch?v=cKnPlQawhU8 ) não enganam :
“Relvão tem  um bom lançamento e domina alguns dos fundamentos do jogo , mas necessita de ser mais agressivo,  o que acontecerá quando ficar mais familiarizado com o seu corpo e quando ganhar mais experiência . Vai ter de  trabalhar muito para melhorar a  compreensão do jogo e a tomada de decisões . Na defesa é preguiçoso e toma opções erradas . Ganha bem posições interiores mas tem de melhorar o jogo a poste baixo . Com apenas uma época nos Estados Unidos  tem feito grandes progressos . Tem boa mobilidade e sabe jogar com as duas mãos .”
Parece bem encaminhada a aventura americana deste jovem português, que começa claramente a justificar o convite para ingressar nas competições escolares ,feito pelos responsáveis da NBA, aquando da realização em Almada no passado verão,do “Basketball Without Borders” e a merecer a atenção   do seleccionador nacional .